A #Professora Alexandria Vera, de 24 anos, que dava aulas de inglês para os alunos da Escola de Ensino Fundamental Stovall (Stovall Middle School) em Houston, no estado americano do Texas, declarou-se culpada da acusação de abuso sexual depois de ter ficado grávida de um estudante de 13 anos que era #aluno de uma de suas turmas de oitava série e com o qual ela fez #sexo quase diariamente durante meses. A acusação poderia levar a uma sentença de prisão perpétua, mas um acordo entre a promotoria e os advogados da professora garante que a sentença não possa passar de 30 anos de prisão.

Ela se entregou em 1º de junho deste ano à polícia depois que um mandado de prisão para ela foi expedido.

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Horas depois, foi posta em liberdade depois de pagar uma fiança de 100.000 dólares, devendo usar um aparelho de monitoramento por GPS, manter-se afastada de menores e evitar usar a internet. Ela também deve respeitar um toque de recolher que vai das 8 da noite às 7 da manhã. No começo de agosto, ela teve que comparecer diante do juiz de corte distrital do estado do Texas, Michael McSpadden, para explicar por que se atrasara por 46 minutos no cumprimento do toque de recolher no dia 26 do mês anterior. Embora os promotores tenham pedido a revogação da liberdade sob fiança, o juiz decidiu mantê-la em liberdade, mas censurou-a duramente por ter violado as condições para sua libertação e avisou que a próxima infração dos termos da soltura seria também a última.

Da primeira vez, ela e o rapaz fizeram sexo na casa dele quando os pais do garoto estavam ausentes.

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Depois disso costumavam fazer sexo na casa da professora que, de manhã, levava-o de carro para pegar o ônibus escolar. Depois que funcionários do CPS (Children Protective Services - Serviços de Proteção à Criança) apareceram na escola para falar com ela no começo deste ano, a professora ficou nervosa e acabou buscando um aborto.

A professora deve ser sentenciada em janeiro de 2017 pelo juiz Michael McSpadden. Ricardo Rodriguez, advogado da professora, disse ter bastante esperança de conseguir um deferred adjudication. Trata-se de um mecanismo legal em alguns estados americanos, como o Texas, que permite, dentre outros benefícios, que a pessoa que cumprir os termos de um acordo específico—por exemplo, prestar serviços comunitários ou se submeter a tratamento, durante um período específico de tempo – não tenha uma condenação formal em seus registros e possa futuramente ter deferida uma petição de não-divulgação, que proíbe as agências de justiça criminal de divulgar informações sobre o delito abrangido pela petição, exceto em alguns poucos casos definidos por lei, e desobriga o beneficiado de revelar ter sido preso por causa do delito em questão, a não ser em futuro processo criminal.

Veja uma reportagem, em vídeo, sobre a história: