Segundo informou o coronel Abdel Rahman Khazali, porta-voz da Polícia Federal iraquiana, soldados do governo iraquiano encontraram mais de 100 #Corpos, alguns deles #decapitados, na Escola de Agricultura, na periferia de Hammam al-Alil, cidade recapturada pelas forças governistas localizada cerca de 18 milhas (aproximadamente 30 quilômetros) ao sul da cidade de Mosul, o mais importante reduto iraquiano do Estado Islâmico. As forças do grupo militante radical islâmico, depois de dois anos de controle, estão sendo expulsas pelo avanço das forças governistas iraquianas, que vem desenvolvendo uma ofensiva de grandes proporções para retomar o controle da cidade desde 17 de outubro.

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Com mais de 1 milhão de habitantes, Mosul é, depois da capital Bagdá, a maior cidade do Iraque. Brinquedos de crianças e caveiras se misturavam nas covas rasas das vítimas da organização radical, que recentemente divulgou um vídeo de propaganda mostrando execuções de inimigos do grupo.

Especialistas iraquianos a serviço do governo do país estão realizando procedimentos no local, tentando descobrir as identidades das vítimas. O Comando Conjunto do Iraque, responsável pela coordenação das forças do Exército e da Polícia Federal responsáveis pela ofensiva, lançou uma breve declaração dizendo que as gangues de militantes do Estado Islâmico continuam cometendo crimes contra o povo iraquiano. Stéphane Dujarric, porta-voz da Organização das Nações Unidas, afirmou que a organização condena os responsáveis por essas mortes e considera necessário que eles sejam levados à justiça para responder por suas atrocidades.

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Ele diz também que a ONU espera que a ação militar seja completada rapidamente e dentro dos parâmetros estabelecidos pela lei internacional.

Segundo o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados, moradores de Hammam al-Alil que fugiram da cidade durante a ofensiva relataram que o grupo extremista ordenou às famílias que entregassem seus filhos de 9 anos ou mais velhos, presumivelmente, para lutarem por ele.

Vídeo:

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