Nesta segunda-feira (12), o portal de notícias Metro, um dos mais conhecidos por compartilhar bizarrices de todo o mundo, divulgou uma atitude absurda de alunos de uma escola na cidade de Omaha, que fica localizada no estado do Nebraska, nos Estados Unidos. De acordo com o Metro, três estudantes "danadinhos" tiveram uma ideia nada genial para provocar a professora. Durante uma aula de culinária, eles pediram para ir ao banheiro e, ao voltarem, apresentaram para a docente o que, segundo eles, seria um "tira-gosto". A professora achou estranho o líquido branco que recebera, mas decidiu provar o trabalho de seus meninos.

Ela então comeu, mas não reconheceu o que seria.

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Os garotos, já dando muitas risadas, acabaram confessando que aquilo era sêmen humano. A professora, é claro, ficou muito irritada. Ela não somente chamou a direção da escola, como também a polícia. O Metro diz que os estudantes chegaram a ser presos por colocarem o sêmen no trabalho da escola e ainda darem para a profissional da educação comer. Eles confirmaram ainda que tudo aconteceu no meio da aula e que a pobre vítima não sabia de nada, nem poderia imaginar que eles seriam capazes de realizar tal ato.

Um canal de notícias local, o KETV, diz que conversou com os menores, que não tiveram os nomes divulgados. Na conversa, os meninos confessaram o #Crime. Segundo eles, inicialmente, a ação foi muito divertida, mas agora, que a coisa ganhou uma dimensão inimaginável, eles estariam arrependidos e dispostos a pedir desculpas à vítima pelo o que aconteceu.

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A polícia da cidade de Omaha também confirma a confissão dos garotos infratores. “Todos os três admitiram ter planejado trazer sêmen e misturá-lo no produto alimentar, e apresentá-lo à professora para degustação”, informou um agente da lei à KETV.

O sêmen seria de dois alunos diferentes. O terceiro apenas viu os demais fazerem o ato e participou da entrega do produto para a professora. Os três, no entanto, serão multados por agredirem a vítima e podem até ser expulsos da escola. A instituição disse que está prestando assistência psicológica à docente que provou o "tira-gosto'.