A polícia civil do Rio de Janeiro confirmou, na sexta-feira (30), que o corpo encontrado carbonizado na última quinta-feira, dia 29, era do embaixador da Grécia no Brasil, que estava desaparecido desde o dia 28 de dezembro.

Françoise Amiridis, mulher da vitima, procurou a delegacia de polícia no Rio de Janeiro dia 28, alegando não ter tido notícias do Marido desde o dia 26 de dezembro. A vítima se chama Kyriakos Amiridis, tinha 56 anos e estava morando no Rio de Janeiro, desde que aceitou o cargo de embaixador da Grécia no Brasil (entre os anos de 2001 a 2004 Kyriakos também já havia exercido o cargo de cônsul no Rio).

Na tarde de quinta-feira (29) a policia notificou que teria encontrado um carro e um corpo carbonizado na região metropolitana em Nova Iguaçu, tendo grandes chances de ser o embaixador.

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A policia pediu urgência na pericia e, na manhã desta sexta-feira (30), foi confirmado que realmente era o corpo do embaixador Kyriakos.

A investigação levou a policia a quatro suspeitos. O primeiro era a própria viúva do embaixador, a embaixatriz Françoise Amiridis. Um policial militar, Sergio Gomes Moreira Filho, que já confirmou participação no #Crime, e mais duas pessoas, cujos nomes a policia ainda não divulgou, são os outros suspeitos. Os pedidos de prisão ainda estão sendo analisados pelas Justiça.

A principal linha de investigação é que Françoise e o policial Sergio eram amantes, e a morte seria passional. Em depoimento, o policial confessou ter atirado no embaixador dentro da sua própria casa e, depois, colocado o corpo dentro do carro que a vitima teria alugado.

“As prisões”

Foi pedida a prisão da viúva, que chegou à delegacia algemada, no inicio desta sexta-feira (30) e já foi presa.

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O policial Sérgio Filho também já se encontra detido. Além dos dois mais uma pessoa chegou algemada à delegacia para prestar depoimento, na madrugada desta sexta (30). A identificação do suspeito não foi divulgada, mas apenas se sabe que se trata de um policial. O advogado do PM deixou a delegacia as 15 horas, mas o PM permanecia preso até o fechamento desta reportagem. #traição #Casos de polícia