É surpreendente a capacidade humana de criar, o problema maior é que esta capacidade não está voltada só para o bem.

Surgiu nos Estados Unidos um caso que mostra o poder negativo da criatividade. Uma estudante americana arrumou uma maneira de ganhar dinheiro na #Internet. Até ai tudo bem! O fato é que ela aproveitou que estava grávida de seis meses e começou a oferecer exames de gravidez pela rede mundial de computadores.

O caso veio à tona depois de uma rede de TV da Florida divulgar a matéria. A jovem cobrava cerca de cem reais pelos testes, ou seja, trinta dólares. Mas não parou por ai. Caso as clientes quisessem, ela vendia a sua urina também para a moça que quisesse levar o liquido para fazer o teste de gravides no laboratório na companhia de seu companheiro.

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O pior é que apareceram muitas clientes que vinha, de diversas partes dos #Estados Unidos para comprar o produto ilícito. O objetivo? Certamente não eram os mais apropriados.

A reportagem da TV disse que algumas das compradoras relataram que queriam apenas brincar com seus namorados, outras, já tinham um objetivo mais maquiavélico, forçar um casamento.

A jovem estudante, que não foi identificada, alegou que o seu objetivo com a venda dos exames de gravidez era nobre, a conquista do seu tão sonhado diploma. Ela informou, também, que nunca questionou as suas clientes qual era o objetivo de comprarem os exames.

É logico que este caso polêmico causou uma grande repercussão nos Estados Unidos. A falta de ética da jovem estudante foi repudiada pela maioria das pessoas.

Mas não pense você que esta foi a coisa mais estranha já vendida na internet, pois a rede mundial dos computadores está cheia de produtos exóticos à venda, se é que podemos classificá-los como tal.

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Vou citar aqui só algumas das aberrações encontradas a venda na rede: uma privada medieval, o letreiro de Hollyood, uma criança recém-nascida, um rim humano, acredite se quiser, um testículo humano também está a venda, tem homem vendendo a esposa, outro a língua alemã e por ai vai, as esquisitices não param. #Mundo