A vitória do candidato republicano Donal Trump na corrida presidencial dos EUA está longe de ser uma unanimidade junto aos próprios norte-americanos, imagine então em relação aos demais povos pelo mundo afora. E o exemplo que faz alusão a essa tamanha diferença de opiniões em relação ao controverso Trump vem de um pequeno país da América Central, que é a Guatemala.

Nesta sexta-feira, 9, cidadãos guatemaltecos fizeram uma espécie de ritual, algo que mistura o sagrado e o profano, ao atearem fogo em diversas imagens construídas a base de papelão do já citado presidente do Partido Republicano, recém-eleito dos #Estados Unidos.

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O curioso é que até chifres foram postos sobre a cabeça do boneco de Trump.

As ações de protesto ocorreram no decorrer do ritual místico, chamado pelo nome sugestivo da cerimônia de “Queima do Diabo”, conforme informações veiculadas pela agência de notícias internacional Reuters. Toda essa antipatia explícita conquistada pela personalidade se deve principalmente ao fato de Trump se relacionar pessimamente com os migrantes de várias partes do mundo. Tanto é assim que um dos carros-chefes de sua campanha para presidente dos EUA foi o de construir uma verdadeira muralha na região de fronteira entre os Estados Unidos e o México, separando a ambos os países.

Tal projeto só fez provocar a aversão da maior parte dos povos latino-americanos e, inclusive, um dos participantes da "Queima do Diabo" fez questão de dizer à Reuters o seguinte: “somos contra essa pessoa em muitos sentidos, isso tem a ver com as deportações, com a muralha que ele pretende construir.

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Não estamos de acordo".

O objetivo básico de todo esse ato ritualístico de parte dos guatemaltecos é que haja a expulsão das entidades ou espíritos das trevas, fazendo com que a atmosfera seja de equilíbrio e benéfica a todos os que nela estão inseridos. Os participantes da cerimônia esperam que sua prática, datada desde o século XVI mas que ganhou fama no final do século XX, de fato, consiga livrar a todos dos convidados indesejados do outro mundo, agora para muitos personificado na figura de Trump. #Religião #Donald Trump