O atual herdeiro da fortuna Fiat (fundada em 1899, por Giovanni Agnelli e um grupo de investidores), está sendo indiciado pela Justiça americana, por alegar falsamente que foi sequestrado por um transexual que fazia programas.

Lapo Elkann chegou a pedir um resgate US$ 10.000, para sua família, em Nova York, para que ele fosse colocado em liberdade pelo sequestrador. Mas, após ser visto na cidade de Manhattan, a polícia americana começou a desconfiar que o ele próprio inventou a história do tal sequestro, após ter ficado sem dinheiro, devido a noitadas regadas a álcool e drogas.

Sendo assim, o neto de Fiat Gianni Agnelli deve ir ao Tribunal americano em janeiro, para prestar esclarecimentos do caso.

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Antes do incidente, o italiano divulgou, em seu perfil no Instagram, que estava indo para os EUA para dar início a projetos em desenvolvimento. No fim do mesmo vídeo, ele deixou uma mensagem intrigante, que aumenta ainda mais as suspeitas sobre ele. O Sr. Elkann disse que esperava conhecer muitos personagens interessantes em solo americano. Fato que deixa ainda mais em dúvida a veracidade do sequestro.

As mídias sociais e tradicionais americanas e italianas, divulgaram alguns detalhes do sequestro, no qual Elkann alega que foi preso em um apartamento em algum lugar de Manhattan, por volta das 17h de sexta-feira, e só foi solto do complexo de habitação pública às 2h da manhã de domingo, após a chegada de algumas viaturas da polícia no local. Momento em que ele conseguiu se ver livre do sequestrador.

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Elkann, em 2005, já teve um caso de overdose de drogas, divulgado na mídia italiana ocorrido, em Turim. Devido ao seus histórico, o caso se abre para margens de interpretações. Será que é só mais um caso de um herdeiro abusando de drogas? Ou vocês acreditam realmente na versão do sequestro?

O fato é que a assessoria de imprensa de Lapo Elkann não quer se pronunciar sobre o caso, e nem sobre as possíveis intenções por parte do herdeiro. Então o que resta, no momento, é aguardar novas notícias após a averiguação do caso, em janeiro de 2017, nos Tribunais americanos. #Polêmica #Famosos #Mundo