Um homem foi ilibado em #Tribunal, do crime de #Abuso Sexual, porque disse que confundiu a mulher, com quem transou. O homem estava em uma festa e alegou, no Tribunal, que pensava que quando entrou na cama, era a sua esposa quem estava deitada. Na verdade, não era, e ele acabou mantendo relações sexuais, com uma outra mulher, que estaria embriagada. No Tribunal, ele acabou ilibado, com os juízes aceitando suas desculpas de que tinha se enganado, até porque o homem já teria tomado vários medicamentos e duas garrafas de vinho.

O caso é tão estranho quanto parece. Darren Cain já tinha sido ilibado neste processo mas a acusação recorreu da sentença.

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Novamente em Tribunal, em Londres, o homem tornou a ser perdoado, se mantendo os dois anos de pena suspensa.

O incidente do alegado estupro aconteceu durante uma festa, onde os dois apareciam como convidados. A vítima teria bebido tanta vodca, que até vomitou antes de dormir. Depois disso, caiu na cama dessa casa onde a festa estava decorrendo e, quando acordou, o homem já a estava molestando sexualmente. Foi aí que ela se apercebeu e que teria impedido a continuação dos abusos.

No entanto, apesar do homem ter admitido a penetração, os juízes consideraram que também ele não estaria em seu juízo perfeito. Cain, de 46 anos, estava fazendo medicação para a depressão e essas drogas, misturadas com as duas garrafas de vinho que ele tinha tomado durante a festa, teriam sido suficientes para ele ter confundido a mulher.

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Cain garante que confundiu a sua vítima, com a sua esposa, se desculpando com uma espécie de alucinação que estaria vivenciando nesse momento, e que causou essa confusão.

A defesa da vítima, no entanto, não está aceitando bem essa decisão do Tribunal manter esse homem em liberdade. Os advogados acreditam que esse homem se aproveitou, propositadamente, de uma mulher que ele sabia que estava vulnerável e que não estava consciente do que estava se passando. Para eles, essa decisão, é um "erro grosseiro" da Justiça inglesa, que permite que um abusador continue em liberdade, mesmo depois de ter ficado provado o abuso sexual, contra uma vítima indefesa, pela realidade do momento, ou seja, ela estava embriagada e inconsciente, quando ele a estuprou. #sexo