Kevin Crehan, de 35 anos, foi encontrado morto, na prisão de Bristol, na Inglaterra. O homem estava cumprindo uma sentença de um ano de cadeia, por causa de um ataque racista contra uma #Mesquita, em Bristol. O homem, junto com três outros cúmplices, teriam deixado um sanduíche de bacon na porta da mesquita e ainda uma mensagem, dizendo: "Não queremos mesquitas". O ato de se insurgir contra uma mesquita, o símbolo dos #muçulmanos, lhe valeu uma sentença de cadeia, onde foi agora, estranhamente, encontrado sem vida.

Morte ainda por explicar

Se desconhece ainda o que teria acontecido nesse incidente. A morte de Crehan não é um caso único em mortes de prisioneiros nas cadeias.

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Porém, essa seria mais suspeita, por se tratar de um prisioneiro condenado por um crime religioso. Por vezes, essas mortes se devem a suicídios, mas tendo em conta que a pena não era muito longa, e ele já tinha cumprido metade, não seria muito provável que fosse agora cometer suicídio.

O porta-voz da cadeia de Bristol já falou que, como em qualquer incidente desse tipo, já foi aberta uma investigação, mas ainda não adiantou qualquer informação sobre as causas dessa morte, segundo o jornal Daily Mail.

Ataque racista contra religião

Kevin Crehan foi detido, junto com três outras pessoas, após um ataque de raiva contra uma mesquita, local de oração dos muçulmanos. Crehan e os amigos não estariam de acordo com a presença de pessoas de outra religião na cidade de Bristol, e sua ideia seria espalhar o medo, de forma a que eles abandonassem a cidade.

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Os restantes companheiros de Kevin foram Alison Bennete, de 46 anos, Mark Bennett, 48, e Angelina Swales, 31. Também eles foram condenados, mas a penas menores de cadeia, entre os quatro e os nove meses.

Durante o ataque, eles teriam deixado o sanduíche de pão branco e o bacon, na porta da mesquita, e teriam deixado uma mensagem de que estavam contra as mesquitas no país, e ainda teriam vociferado algumas palavras de ódio. Além das penas de cadeia, eles ficaram ainda proibidos de se aproximarem de mesquitas, durante os próximos dez anos. #Racismo