O avanço da tecnologia muda muitos hábitos. Um deles é fazer com que a maioria das pessoas passe a sair munidas de seus celulares. Os aparelhos servem para todos os momentos e, infelizmente, acabam fazendo flagrantes extremamente trágicos. Foi isso o que aconteceu com uma jovem de dezoito anos. Brooke Miranda Hughes estava com sua amiga Chaniya Morrison-Toomey, de 19 anos, dirigindo em uma rodovia da Pensilvânia, nos Estados Unidos, quando um acidente automobilístico aconteceu. Já não bastasse o fato triste em si, tudo ainda foi transmitido ao vivo, por meio do Facebook. As duas estavam se comunicando com os amigos dentro do carro. Elas informavam que o veículo acabara de ter o pneu furado.

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Por conta disso, trafegavam em baixa velocidade.

A questão é que esse não era o único problema do automóvel. As lanternas traseiras do veículo não estavam ligadas. Um outro motorista, que andava normalmente na via, dirigindo um trator, não viu o veículo das jovens e bateu em cheio nelas. Naquele exato momento, Brook, que estava no banco do passageiro, dizia que o carro estava lento porque o pneu furou.

Nos Estados Unidos, muitas rodovias são de altíssima velocidade, onde os carros atingem frequentemente mais de 150 km por hora. A legislação local obriga os motoristas a, no caso de algum problema, ir para os acostamentos. Não é permitido que carros trafeguem abaixo da metade da velocidade máxima de cada pista. Isso significa que uma autopista de velocidade máxima de 200 km por hora não pode ter carros trafegando abaixo dos 100 km por hora.

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Esse, infelizmente, era o caso das moças. Com o impacto, o veículo onde se encontravam as jovens foi lançado para o lado direito da pista e acabou explodindo com as duas lá dentro. Os corpos delas foram encontrados carbonizados. De acordo com informações do portal de notícias 'The Sun', os cadáveres quase não podiam ser identificados. Foi necessário uma perícia técnica para descobrir de quem era cada corpo. Por conta do conteúdo muito forte, o vídeo que elas faziam foi excluído do Facebook. Muitos fizeram denúncias, sentindo-se tocados com tudo isso. #Crime #Investigação Criminal