No último dia 26 de novembro, o mundo tomou conhecimento da morte de Fidel Castro, com 90 anos de idade. Independente da inclinação política de cada pessoa, sem sombra de dúvidas, o líder revolucionário de Cuba se transformou, ao longo das décadas, em um ícone da história mundial. Se ele foi um patriota que não se curvou às exigências do império norte-americano ou se foi um ditador que tirou inúmeras vidas, como falam alguns críticos, caberá à história fazer o julgamento imparcial baseada em fatos e no tempo sobre a personalidade política em questão. De qualquer modo, os ex-presidentes brasileiros Luiz Inácio #Lula da Silva e Dilma Vana Rousseff se encontrarão na ilha de Cuba nos dias 3 e 4 de dezembro para prestar as homenagens oficiais finais para com o “comandante Fidel”.

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Tanto Lula quanto Dilma, tão logo tomaram notícia do falecimento de Castro, fizeram absoluta questão de veicular comunicados claros de pesar acerca da perda do ex-presidente cubano. Tanto é assim, que Lula disse com todas as letras que Fidel era "o maior de todos americanos", ou seja, o que o brasileiro expressou sobre aquele que um dia foi o seu homólogo no poder máximo de uma nação, é que para os latino-americanos em geral de todo o continente e também para os vários trabalhadores das nações latinas mais frágeis em riqueza e economia, #Fidel Castro passou a representar um verdadeiro baluarte de “luta e esperança".

Por sua vez, a presidente eleita deposta em agosto de 2016, #Dilma Rousseff, externou o seu pesar, enviando “os mais profundos sentimentos à família de Fidel e ao povo cubano" e ainda finalizou de forma altamente simbólica o seu pesar pela morte do cubano com as seguintes palavras saudosistas: “hasta siempre, Fidel!".

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Vale esclarecer que as cinzas, resultado da cremação do corpo de Fidel Castro, percorreram toda a ilha caribenha por meio de uma grande carreata que foi no sentido oposto ao da história cubana, isto é, o caminho das cinzas foi no caminho inverso da "Caravana da Liberdade", grande mobilização armada que Castro empreendeu na rota até a capital Havana no ano de 1959, ocasião essa em que o ditador Fulgencio Batista ocupava o poder em Cuba, mas que acabou sendo destituído através da ação revolucionária. Enfim, não será nada fácil esquecer a presença carismática de Castro!