Michael Brown de apenas três anos viveu exatos 832 dias em lares adotivos, mas que sempre tinham algo errado e ele era mandado de volta ao abrigo, mas essa situação foi revertida há pouco tempo, Michael foi adotado por uma mãe solteira e comemorou muito. O momento foi registrado em fotos que viralizaram na web, a informação foi passada pelo ABC News.

As fotos publicadas pela nova #Família da criança mostram o garotinho sorrindo largamente com o braço erguido em sinal de vitória e segurando um cartaz onde diz: "Algumas coisas valem a pena esperar. Depois de 832 dias num lar provisório, hoje eu fui adotado", ele comemora.

Tara Montgomery, a nova mamãe de Michael, já era sua cuidadora desde 2014, quando ele tinha apenas 1 ano e meio.

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Porém, o desejo dela era devolvê-lo à família biológica e quando tudo deu errado, Tara conta que foi obrigada a fazer novos planos, pois como mãe solteira só tinha desejo de ajudar outras crianças, nunca adotá-las. Depois da adoção ela está feliz e sobre a foto diz simplesmente que mostra a personalidade de Michael, segundo ela o menino é a criança mais encantadora e esperta que já conheceu.

Michael é apenas uma das milhares de crianças que vivem à espera de uma adoção em todo o mundo, mas as vezes isso nunca acontece. No Brasil não é diferente, para cada criança esperando para ser adotado existem 6 adotantes, que desejam transformá-los em seus #Filhos, mas a burocracia da lei e as restrições impostas pelos futuros pais são fatores que fazem com que cerca de 5,5 mil crianças e adolescentes continuem nos abrigos, no aguardo de um lar.

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Infelizmente para esses meninos cada dia que se passa transforma-se em uma eternidade.

Nos últimos anos, o poder judiciário brasileiro vem tentando sanar essa demora buscando agilizar o processo de adoção para que essas crianças possam, enfim, desfrutar de uma família. Desde 2008, o Conselho Nacional de Justiça criou o Cadastro o Nacional de Adoção, com os dados de todas as crianças prontas para adoção, e também dos candidatos a pais. Isso facilitou muito a consulta de juízes para saber quais crianças preenchem o perfil buscado pelos adotantes.