John Irwin, de 77 anos, matou a esposa, Jean, de 83 anos, antes de se suicidar. Antes de tudo isso, ele deixou dois bilhetes explicando suas razões e lamentando o 'incômodo' causado. O homem estava sofrendo de câncer e não estava mais conseguindo ajudar a esposa, que sofria de demência. Para terminar com todo esse sofrimento, ele cometeu esse homicídio seguido de suicídio, evitando ser um estorvo para os dois filhos, que estavam longe e não sabiam que a situação estava assim tão descontrolada.

Matou a esposa porque não conseguia cuidar dela

Casados há 50 anos, John não sabia mais como ajudar a esposa. Jean estava sofrendo de demência, uma doença mental que vai piorando dia após dia.

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Também sua saúde estava enfraquecendo por causa de um câncer. Ele precisava já de um saco de colostomia e estava cada vez mais debilitado. Temendo piorar e deixar a esposa sem os cuidados que ela precisava, ele colocou um final na sua história de amor com Jean.

Primeiramente, ele teria colocado um bilhete na porta de sua casa. 'Não entre na casa, estamos mortos. Desculpe pelo incômodo', dizia a notinha assinada por John e que foi encontrada por um jovem e posteriormente entregue à polícia. Depois de deixar o bilhete, ele pegou em um martelo e bateu na cabeça da esposa, que estaria dormindo na cama. Depois, com um lenço, ele estrangulou a mulher, terminando de a matar.

Segunda nota explica sua ação

A polícia encontrou o corpo de John Irwin pendurado na propriedade, mas, antes do suicídio, esse homem deixou um segundo bilhete, em que explicava por qual razão ele tinha acabado de matar a esposa.

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"Acabei de matar minha esposa Jean e agora tenho que tratar de mim. Eu não posso mais dar-lhe o apoio que ela precisa para nos manter em andamento. Eu lamento pelo incômodo causado", escreveu John. No outro lado do bilhete, ele escreveu os contatos dos dois filhos, um que era médico e a outra professora de arte.

Os filhos estiveram presentes no inquérito, em que escutaram os pormenores sobre esse caso trágico. Na conclusão, eles escutaram o juiz desculpando o pai por ter cometido essa "terrível decisão". "Eu acredito que suas ações foram uma forma distorcida de amor para sua mãe e ele realmente acreditou que estava fazendo a coisa certa" por acreditar que ela não ficaria bem sozinha. #Casal #Idosos #Suicídio