Pablo Escobar foi interpretado por diversos atores ao longo dos anos após a sua morte, mas pouco se falou da sua relação com a população da cidade natal de seu cartel, que tinha verdadeira adoração pelo maior traficante de #drogas da época, devido as benfeitorias feitas na cidade, principalmente nas áreas mais pobres de Medellín.

A grande mudança na forma de se relacionar com a população de baixa renda teve início no começo da década de 1980, quando Escobar já era o homem mais rico da Colômbia, mas sentia a necessidade de ser o mais amado.

Em busca dessa aceitação, ele iniciou grandes aportes financeiros nas áreas sociais, investindo na construção de casas populares, igrejas, quadras esportivas e postos de saúde.

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O maior reduto do traficante era o bairro que levava seu nome e que ainda nos dias de hoje preserva a sua memória. Escobar construiu um bairro inteiro onde antes era um grande depósito de lixo do município e que era a residência de muitas famílias pobres.

Não era raro ver o traficante distribuindo dinheiro entre a população durante suas visitas. Ele, que sempre flertou com o socialismo, .defendia os movimentos sociais, o nacionalismo, o esporte e até mesmo a ecologia, o que não era um tema comum para a época.

Em sua fazenda, Escobar mantinha um gigantesco zoológico com animais trazidos de todas as partes do mundo, local que era visitado por pelo menos 25 mil pessoas todos os finais de semana gratuitamente. O público não desconfiava que a fazenda era também o escritório central do cartel de Medellín e era usada como campo de treinamento para os pistoleiros que matavam a mando do traficante.

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Em determinado momento, Pablo Escobar tinha tanto dinheiro que se ofereceu para quitar a dívida externa da Colômbia em troca de imunidade pelos seus crimes, o que, obviamente, não foi aceito pelas autoridades, mas que elevou o traficante a um patamar ainda mais alto de consideração do povo colombiano.

Estima-se que somente em elásticos para prender os pacotes com notas de US$ 100 dólares, Escobar gastava mensalmente US$ 2,5 mil (R$ 8,2 mil). #Pablo Esobar #Crime