O tribunal de Preston, na Inglaterra, está julgando um caso chocante. Pai e mãe foram chamados na justiça pela morte do bebê Oskar Jobey-Kennedy, quando este tinha somente sete meses. Por aquilo que o tribunal conseguiu descobrir, o homem teria pendurado o menino pelos testículos, que teria sido "agarrado, beliscado e torcido", pela gravidade das lesões. O crime teria acontecido por um distúrbio causado pela falta de drogas, o que teria deixado o #Pai, Kane Kennedy, de 20 anos, perturbado.

O caso seria um dos mais graves que já passaram por esse tribunal inglês, que está julgando a morte do pequeno Oskar. O bebê já teria sofrido outras agressões do pai que, de acordo com as declarações da #mãe, Tia Jobey, de 19 anos, sempre ficava nervoso quando não tinha sua canábis para fumar.

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Isso o deixaria "paranóico" e o levaria a cometer esse tipo de ato mais violento. As discussões com a companheira se intensificavam até que chegavam nas agressões ao bebê. Na última vez, para lá das "lesões obscenas" provocadas nos genitais do menino, ele meteu os dedos na garganta do bebê, até que ele sufocou e morreu.

Os resultados da autópsia foram conclusivos, mas Kane nunca assumiu sua culpa, tentando ainda que o tribunal acreditasse que a companheira era a culpada por essa morte. Desde o crime bárbaro o homem está detido, aguardando pela sentença, que será conhecida no dia 15 de dezembro.

Também a mãe do bebê foi responsabilizada por essa morte. Tia Jobey foi considerada culpada por ter "permitido" esse comportamento do companheiro, mesmo depois de já ter percebido do que ele era capaz.

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Alegadamente, Kane já tinha, por mais de uma vez, metido os dedos na garganta do menino, fazendo ele passar mal. Aliás, a autópsia revelou treze marcas antigas, de agressões, na cabeça e pescoço do bebê. Para o tribunal, Tia deveria ter apresentado queixa contra ele e deixado-o, para proteção do pequeno Oskar.

Ela sabe que deveria ter feito isso e se sente culpada. Admitiu ainda que teve "medo de ficar sozinha" quando o deixasse. Ela teria se apaixonado por Kane aos 16 anos e, por amor, ela não o deixou, o que custou a vida do seu filho. Por não ter protegido o bebê nem impedido a violência de Kane, ela vai passar os próximos 30 meses na cadeia. #Bebê