Um relatório publicado pelo Centro de Saúde Ambiental, acabou descobrindo que os resultados de analises químicas comprovaram que a Pepsi tentou acobertar intencionalmente a presença da substância química identificada como 4-Mel, também conhecida como caramelo 4. O caso foi descoberto em 2013, entretanto a empresa nega que tenha colocado em excesso a substância em seus refrigerantes, o que de fato é considerado perigoso. Levando-se em consideração de que a substância é considerada cancerígena, o 4-Mel, cujo sua abreviação significa 4-metilimidazole, trata-se de um composto que se forma durante o processo de fabricação do corante de caramelo.

Nos últimos anos, a Pepsi vem descumprindo uma determinação do Estado da Califórnia, que lhe obriga a colocar etiquetas de advertências para o risco de câncer em todas suas embalagens, incluindo a #pepsi Diet e a Pepsi One.

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Em um acordo assinado entre os representantes da Pepsi e um juiz federal da Califórnia, ficou determinado que a empresa deverá reduzir os índices de 4-Mel, fazendo com que a coloração caramelo não ultrapasse as 100 partes por bilhão nas bebidas que estão sendo comercializadas dentro dos Estados Unidos. A empresa também deverá comprovar em testes que seus produtos estão dentro dos protocólos específicos adotados por lei.

Mas um fato que chama a atenção é que a Pepsi já havia concordado em adotar tais medidas durante um acordo semelhante que foi firmado em 2015 em um Tribunal Estadual da Califórnia. Como parte de uma estratégia de defesa, a empresa alega ter falhado em comunicar seus consumidores, que o #Refrigerante contêm substâncias cancerígenas. Na ocasião, o Ministério Público Estadual da Califórnia, entrou com ação no Superior Tribuna de Justiça, onde acusa a fabricante de bebidas por não ter alertado seus consumidores que a bebida possui o 4-Mel em sua fórmula.

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Levando-se em consideração, que o estado da Califórnia, reconhece substância como cancerígena.

De acordo com a realização de um teste realizado pela Consumer Reporta em 2014, que comprova que a substância 4-Mel teria ultrapassado o nível permitido de 29 microgramas por lata ou garrafa. Isto significa que a empresa violou o estatuto do direito e proteção dos consumidores norte americanos do estado da Califórnia. Em nota, a Agência de Avaliação e risco da Saúde ambiental dos Estados Unidos defende o limite de 29 microgramas porque em prática um número superior a este índice pode originar em um risco de câncer de um para cada 100 mil habitantes.

Na época, a Pepsi emitiu um comunicado para imprensa afirmando, que o índice médio de 4-Mel, nos refrigerantes diet é menor que 29 microgramas por lata. Por conta disso, a fabricante afirmou que não foi preciso colocar um aviso na embalagem informando sobre a presença da substância. #Curiosidades