Um velho dito na língua inglesa afirma que o inferno não contém fúria igual à fúria de uma mulher desprezada. O caso de Zhang Yufen parece comprovar a ideia. Ela abriu um tipo incomum de agência de detetive particular em Henan, província da República Popular da China, depois que, nos anos 90, seu marido, motorista em um departamento fiscal do governo, comunicou-lhe que estava trocando-a por outra mulher e queria um divórcio. Segundo o jornal chinês de origem inglesa, o Global Times, ele costumava Sair com prostitutas. Ela admite ter ficado devastada com o comunicado do marido e ter perseguido a amante dele.

Ela acabou transformando a reação emocional em um modelo de negócio e diz receber por volta de 100 telefonemas semanais de mulheres buscando retaliar as amantes dos maridos.

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Entre os serviços comumente prestados pela agência, estão a aquisição de informações sobre as atividades das amantes e a exposição delas em público, às vezes, redundando em ataques ao casal adúltero.

Na primeira vez em que Zhang, que diz se inspirar nas mulheres que já lhe imploraram por ajuda, colocou em prática seus métodos radicais, ela espancou uma mulher no meio da rua - e a polícia, segundo conta ela, fez que não viu. Segundo ela, a surra no meio da rua atraiu espectadores e chegou a causar um engarrafamento. O policial que atendeu a ocorrência, disse Zhang, falou que não viu nada - o que, segundo a dona da agência, foi um sinal de que estava tudo bem. Assim sendo, ela continuou com seu projeto de espancar amantes.

Apesar de sua contribuição para a profissionalização da caça às amantes, Zhang não é, segundo o tabloide britânico The Mirror, a única chinesa a tomar a justiça do amor em suas próprias mãos.

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Na semana passada, um #Vídeo de uma mulher batendo e gritando com uma mulher, amante de seu marido, bombou nas redes sociais do imenso país asiático. A amante foi agarrada pelo cabelo pela mulher "oficial" e espancada com um de seus próprios sapatos enquanto as duas eram cercadas por vários espectadores, inclusive policiais, que tentavam, sem muito sucesso, separar as duas enquanto a esposa traída dizia que não largaria sua presa enquanto esta não confessasse a todos o que tinha feito.

Vídeo: