Um vídeo comovente está mexendo com o mundo. Nele, 47 #crianças estão pedindo socorro. Elas são umas das poucas sobreviventes que estão alojadas em #Aleppo, cidade da #síria que é bombardeada constantemente por milícias.

Juntas, as pobres crianças se encontram no último orfanato que existe ali na cidade, mas não porque querem, mas sim porque não podem nem sair nas ruas por medo de morrer no meio dos ataques aéreos. Por isso, em uma atitude de desespero, elas gravaram um vídeo, em que imploram para que alguém vá buscá-las.

Nas imagens, podemos ver todas as crianças que estão no orfanato, desde algumas bem pequeninos, até outros mais velhos.

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Como porta-voz, uma menina de 10 anos chamada Yasmin Kanuz fala entre eles e, em meio a um triste discurso, alega que essa pode ser a última vez em que eles serão vistos.

“Essa pode ser a última vez que vocês me verão ou ouvirão minha voz”, explicou ela em um trecho do vídeo, quando fala também como seus pais foram mortos em meio aos ataques vindos de forças leais ao presidente da Síria, Bashar Al-Assad. Em suas palavras, a menina explicou que vivia na cidade há dois anos com seus pais, até que eles foram atingidos por aviões sírios.

A menina ainda continuou a sua mensagem e disse que estava ali fazendo um apelo as organizações dos Direitos Humanos e dos Direitos das Crianças de todo o mundo para que os resgatassem da cidade de Aleppo o mais rápido possível. Ainda contou que as crianças estavam passando muita fome e sede, que precisavam muito de alimentos e água.

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“...gentilmente, pedimos que você tente nos tirar daqui. Nós queremos viver como outras pessoas e crianças do mundo. Por favor”, encerrou ela a sua mensagem desesperadora, que ainda mostrava todo medo e angustia vividos pelas crianças. Confira o vídeo comovente:

Segundo o que dizem alguns ativistas, outros planos de resgatar crianças, mulheres e rebeldes feridos na cidade de Aleppo acabaram sendo barrados por causa de um ataque que aconteceu recentemente a um comboio. Tal equipe de resgate foi brutalmente atacada por milícias pró-Assad.