Os “Anonymous” voltaram a atacar o presidente eleito dos EUA, Donald Trump, ameaçando expor seus "laços financeiros e pessoais com mafiosos russos". O grupo publicou uma série de tweets na segunda-feira, 16, alegando ter informações privilegiadas sobre alguns dos assuntos mais insolúveis de #Trump. "Você tem laços financeiros e pessoais com mafiosos russos, traficantes de crianças e lavadores de dinheiro", escreveu. "Isso não é mais anos 80, a informação não desaparece, está tudo lá fora, você vai se arrepender nos próximos 4 anos. Você está envolvido em algo realmente pesado. Roy Cohn e seu pai não estão mais aqui para protegê-lo", continuou, em uma aparente referência à sua amizade com o advogado Roy Cohn, que representou Trump durante os anos 70, quando foi acusado de violar a Fair Housing Act.

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Os tweets dos Anonymous vieram em resposta a um tweet de Trump, no qual ele atacou o diretor da CIA, John Brennan, acusando-o de ser um "divulgador de notícias falsas".

Logo depois o grupo informou que não irá atacar Trump com as “próprias mãos”, eles apenas divulgaram informações para que seus “apoiadores” façam algo contra o presidente. "'Vá buscá-lo #Anonymous. Salve-nos, por favor!'. Năo, vão buscá-lo vocês. É o dever de vocês, como adultos. Demos-lhes os recursos, agora terão de usá-los", tweetou o grupo. Após essas mensagens a conta tuitou uma série de atualizações e postagens antigas sobre outras operações, incluindo mensagens sobre o Trump e outros políticos dos EUA.

Em março de 2016 informações privadas sobre Trump foram "divulgadas" por hackers que dizem ser parte dos Anonymous, incluindo telefone celular e número de segurança social.

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No entanto, foi provado que as informações não eram novas e já estavam na internet há algum tempo.

Os ativistas do Anonymous lançaram uma série de ataques em resposta a eventos atuais nos últimos meses. Entre eles o "Operação Isis", ou #OpIsis, que consistia principalmente em encontrar pessoas no Twitter que apoiavam o grupo terrorista e relatá-los ao Twitter para que pudessem ser desligados. #Estados Unidos