Nesta sexta-feira (20), um homem dirigiu de forma insana pelas ruas de Melbourne, na Austrália, atropelando uma pequena multidão e matando quatro pessoas, incluindo uma criança.

Autoridades policiais apuram se o condutor é o mesmo sujeito que aparece ao fundo de uma transmissão ao vivo, feita por uma emissora de TV local, horas antes dos atropelamentos. Ele aparece agitando os braços atrás da repórter, puxando o câmera e interrompendo o noticiário.

Até o momento, o cidadão que atrapalha o trabalho da imprensa não foi identificado. O que se sabe é pouco tempo depois, por volta das 13h30 (horário local), um carro da mesma cor do usado pelo sujeito que interrompeu o boletim de notícias começou a ser conduzido de forma louca pelas ruas da cidade.

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As manobras foram vistas várias vezes, até que deliberadamente o motorista subiu na calçada e atingiu vários pedestres, matando quatro. Pelo menos 20 pessoas ficaram feridas, conforme informações da polícia local.

As autoridades confirmaram que o condutor - um jovem branco - foi preso no local e agora está sob custódia das autoridades. Seu nome não foi divulgado. A polícia quer saber se o que aconteceu é um incidente relacionado a terrorismo, ou se foi um surto psicótico.

Em entrevista aos veículos da imprensa local, o chefe de polícia do Estado de Victoria, Graham Ashton, disse que está analisando as várias imagens coletadas pelas câmeras de segurança e também por populares que presenciaram a ação violenta.

Algumas destas imagens e fotos mostram pessoas tentando se abrigar em lojas e outros estabelecimentos no momento em que o motorista insano avança com o carro vermelho.

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O assunto gerou pânico na cidade, que a todo momento mostra nos canais de TV e nas redes sociais imagens do carro danificado, dos danos viários e também do trabalho das equipes dos serviços de emergência e policiais armados.

A investigação sobre o motivo do ataque motorizado está em curso. As autoridades disseram que as circunstâncias exatas dos eventos ainda estão sendo determinadas.

A área da avenida Bourke Street segue isolada, com acesso fechado até mesmo para os pedestres.

#Crime #Casos de polícia