O grupo terrorista do #Estado Islâmico (El), divulgou um vídeo na internet que mostra uma criança de aparentemente 4 anos de idade cometendo atos terroristas. Neste último domingo (08), o vídeo foi divulgado e causou grande choque nas pessoas que assistiram. O jornal britânico "Daily Mail" foi o responsável por passar as informações.

Na gravação, um menino acompanha um homem que será morto logo em seguida. O prisioneiro fica em um local, com os braços amarrados e com a cabeça abaixada quando o garotinho simplesmente usa uma pistola e atira contra o prisioneiro, diretamente na cabeça.

O grupo ativista "Raqqa is Being Slaughtered Silently” divulgou as imagens em redes sociais, o nome do grupo significa "abatida silenciosamente" na tradução literal das palavras, o grupo faz a denúncia de atos terroristas por meio da internet.

Publicidade
Publicidade

Um das formas do Estado Islâmico se comunicar, é a partir de #crianças. O grupo terrorista chama as crianças de “filhotes do califado” e as usam para combates contra inimigos e para mostrar força perante aos outros. O treinamento das crianças vem desde pequenos, eles aprendem técnicas militares, como usar armas e como se comportar em batalhas.

Há rumores de que o vídeo possa ter sido gravado no Iraque, local onde o grupo, desde 2014, perdeu espaço por conta do governo local. Mesmo os jihadistas perdendo espaço no Iraque, eles ainda protagonizam mortes e ataques.

Estados Unidos

O Departamento de Estado dos Estados Unidos, apontam que o EL ou ISIS (na sigla americana) é muito maior que o grupo terrorista Al-Qaeda. Um dos pontos que tornam o ISIS maior, é pelo fato de ele ter conseguido vários militares e passar mensagens terroristas ao redor do mundo.

Publicidade

Um site brasileiro colocou no ar imagens do ato para divulgar o quanto é intolerante e radical a forma como eles agem.

A Polícia Federal do Iraque descobriu um lugar de atuação do EL no país: "descobriram várias prisões e uma pequena clínica do Estado Islâmico (EI)". Quem disse foi um dos responsáveis da PF do Iraque. #Crime