Um detento, que já estava cumprindo pena por matar sua esposa em uma visita conjugal na cadeia, aproveitou-se de seus direitos de visitas íntimas para também assassinar sua nova namorada, na frente de seu bebê.

Gabriel 'Chirete' Herrera, de 39 anos, esfaqueou Andrea Neri, 20 anos, em uma sala privada de visitas em uma prisão na cidade de Villa de las Rosas, na província #Argentina de Salta.

Ele cometeu o crime sem nenhum remorso, na frente de um de seus filhos, um bebê de dois meses, que estava na sala com o casal.

Apenas alguns minutos depois que a namorada dele, a Sra. Neri, entrou com seu bebê, Herrera saiu da sala segurando a criança e confessou a um guarda da prisão que havia matado sua namorada.

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O bebê não foi ferido e agora está sendo cuidado pela avó.

Apesar da polícia acreditar que ela foi morta por um objeto cortante, a hipótese deter sido estrangulada não foi descartada.

É a segunda vez que Herrera mata uma de suas companheiras em uma visita íntima na prisão. Preso em 2003 por assalto e assassinato, em 2006 ele matou sua ex-esposa Verônica Castro, 29, estrangulando-a com uma camisa.

Na sequência, Herrera saiu da sala de visitas e disse à mãe da vítima: "Acabei de matar a sua filha". Junto da senhora, estavam outros dois filhos do preso.

Um dos filhos, um menino de dez anos, filho de Verônica, começou a chorar ao ouvir seu pai dizer que tinha matado sua mãe. Herrera disse a ele: “Deixa de ser bicha, e pare de chorar. Quer beijar a mamãe? Lá está a sua mãe morta". E ele abriu a cela permitindo que garoto visse o corpo de sua mãe, caído ao chão, já sem vida.

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A mãe de Verônica Castro foi à prisão Villa de las Rosas para dar apoio à família da última vítima de Herrera. Ela disse à imprensa local: "Eu disse a Andrea quando ela estava prestes a dar à luz que ela deveria ter cuidado com ele, porque é um assassino".

O diretor da prisão, Cesar Rodriguez, disse que todos os prisioneiros têm o direito de visitas privadas de cônjuges ou parceiros.

Os familiares das duas vítimas pedem às autoridades daquele pais que proíba que Herrera volte a receber visitas. “Ele é um assassino frio e calculista e vai continuar matando”, disse a mãe de uma das vítimas.

O caso gerou muita comoção na Argentina. #Casos de polícia #Morte