Três jovens estupraram uma mulher de 30 anos e transmitiram tudo ao vivo pelo Facebook. O #Crime está gerando polêmica não só por ter sido transmitido ao vivo por uma rede social, mas também pelo fato de que as imagens ficaram online por quase 3 horas e agora todos estão se perguntando se não existe nenhuma política no #Facebook para combater essa prática. Porque se fosse uma transmissão de 10 minutos, por exemplo, ainda seria compreensível, mas como eles puderam ficar por quase 3 horas mostrando toda aquela barbaridade, sem que o Facebook tomasse uma providência? Essa é a pergunta que todos fazem agora e que as autoridades tentam achar uma resposta.

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Os jovens estupradores têm idades entre 18 e 24 anos, e a transmissão ao vivo dos abusos sexuais só teve fim porque uma das pessoas que viu a transmissão ao vivo fez a denúncia. Assim, os policiais conseguiram descobrir onde o crime estava sendo praticado e chegaram ao local a tempo de prenderem todos e encerrar a selvageria.

O compartilhamento de fotos e vídeos de estupros coletivos tem crescido muito nas redes sociais, mas a transmissão ao vivo é uma novidade que as autoridades do mundo todo querem impedir que se torne uma “nova moda”. Esse crime ocorreu na Suécia, mas já existem relatos de fatos semelhantes em vários outros países.

A polícia suspeita que muitos usuários do Facebook que assistiram à transmissão ao vivo tenham gravado as imagens, mas já avisou que compartilhar esse #Vídeo na internet também é crime e pede que quem tenha feito isso, entregue a filmagem às autoridades para que não seja punido.

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O vídeo não se encontra mais no Facebook, mas os investigadores têm certeza que uma ou mais pessoas gravaram o crime. O jornal britânico "Daily Mail", por exemplo, divulgou uma matéria sobre o caso e usou várias fotos que mostram alguns trechos do vídeo, inclusive o momento que mostra um dos estupradores portando uma arma (veja na galeria acima).

Uma testemunha, que assistiu ao estupro coletivo ao vivo pelo Facebook, contou à polícia que os estupradores tiraram a roupa da mulher à força e depois abusaram dela sexualmente. A câmera só foi desligada quando os policiais chegaram ao local do crime e foram eles mesmos que interromperam a transmissão.