O presidente dos #EUA, Donald Trump, retirou formalmente os Estados Unidos do acordo de comércio Parceria Transpacífico nessa segunda-feira (23), distanciando América de seus aliados asiáticos. Com isso, a influência da China aumenta.

Essa ação executiva envia sinais para democratas e líderes em capitais estrangeiros ao redor do #Mundo que a retórica de #Trump sobre o comércio durante a campanha está se transformando em ação. Trump prometeu durante a campanha retirar os EUA do acordo de comércio do Pacífico, comumente conhecido como TPP (sigla em inglês), que ele argumentou que foi prejudicial para os trabalhadores americanos e de fabricação.

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O acordo foi negociado pelo ex-presidente Barack Obama durante sua administração, mas que nunca foi aprovado pelo Congresso, de modo que retirá-lo não terá um efeito imediato e real sobre as políticas econômicas dos EUA, embora sinalize uma nova e muito diferente perspectiva dos EUA sobre o comércio com Trump.

O fim do acordo comercial tem uma razão: buscar resistir à expansão comercial da China, uma das nações excluídas desta iniciativa. O TPP previa um período de dois anos para ser ratificado pelos parlamentos dos países-membros, mas para entrar em vigor é necessário que os signatários representem, pelo menos, 85% do PIB das 11 nações. A retirada dos EUA desta iniciativa de Trump despertou preocupações no Japão e em outros lugares da Ásia-Pacífico com sua oposição ao TPP.

O TPP é considerado o maior acordo de livre-comércio do mundo, pois englobaria em torno de 40% da economia mundial e 800 milhões de pessoas, contribuiria para uma reformulação da indústria e influenciaria desde o preço do queijo até o custo dos tratamentos de câncer.

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Liderando negócios dos EUA

O presidente Donald Trump se reuniu com líderes executivos e empresarias nesta manhã. O resultado pode ter rendido vantagens e corte de impostos de forma maciça para as empresas que permanecerem no país, ao mesmo tempo em que pretende impor impostos fronteiriços sobre produtos de empresas que desejam mover-se fora do país.

Na reunião, o presidente apresentou alguns de seus planos de negócios, baseado em incetivos para empresas que produzirem nos EUA - e tarifas as que não o fizerem-, cortes de impostos e eliminação maciça de regulamentação, que segundo Trump pode ser reduzida em 75%.

Entre os 12 lideres empresarias, estavam presentes na reunião Mark Fields, Michael Dell, Alex Gorsky e Elon Musk.