Nos últimos anos, o crescimento de atentados terroristas na Europa e a conquista de territórios por extremistas no Oriente Médio mostraram o poder inquestionável dos terroristas. O Estado Islâmico conquistou cidades estratégicas na Síria para a disseminação de suas atividades. O cenário mundial de conflito contra o terrorismo teve reviravoltas e só foi modificado com a chegada de tropas russas na Síria.

A Síria está ocupada em alguns pontos pelo ISIS, o grupo extremista denominado Estado Islâmico. Os terroristas já fizeram milhares de vítimas e devastaram vilas e cidades inteiras.

A marca da violência do ISIS está por todos os lados.

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Os que sobreviveram aos ataques foram levados pelos rebeldes como prisioneiros sexuais. Esse foi o destino de mulheres e crianças de locais atacados pelos terroristas.

Estima-se que 3,5 mil mulheres ainda sejam escravas sexuais dos soldados terroristas. Muitas conseguiram fugir e hoje encontram-se na linha de frente no combate ao Estado Islâmico. A maioria pertencem a um grupo minoritário, conhecido como yazidis, de origem curda. O ISIS atacou os curdos se concentravam em aldeias no norte da Síria, em uma região conhecida como Sinja.

As mulheres são jovens de em torno de 20 anos e conseguiram fugir das garras dos terroristas. Elas decidiram ajudar no combate ao ISIS, que segundo sua religião, quando um homem é morto por uma mulher, ele não poderá chegar ao céu. Esse é o desejo das mulheres que foram escravas sexuais dos combatentes do ISIS e que agora formam um exército especial comandado por mulheres.

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Essas jovens dizem que não gostam de violência e que a única forma de se defenderem é matando os terroristas. Essa é a única forma que as jovens encontraram para libertarem amigas e parentes, que ainda são reféns dos terroristas que utilizam jovens e crianças como escravas sexuais no campo de batalha. A crueldade do ISIS com seus reféns é assustadora e chegou a ser noticiada em todo o mundo. As jovens e as crianças também eram oferecidos em um sistema de comércio que consistia na venda de escravos sexuais. #Crime #Casos de polícia