Funcionários de vários escritórios do Google em todo o mundo, incluindo a principal sede do Googleplex no Vale do Silício, encenaram uma paralisação simultânea, deixando o trabalho para protestar contra a proibição de #Imigração do presidente Donald Trump.

Pelo menos uma centena de pessoas fora dos escritórios do Google no centro de San Francisco tomou as ruas na tarde de segunda-feira, carregando sinais e cantando. "Você constrói uma parede, nós vamos derrubá-la", foi um tal canto.

Os funcionários do Google estão compartilhando fotos desse rali no Twitter, com a hashtag "#GooglersUnite". Executivos como Nest CEO Marian Fawaz são visíveis abordando as multidões nestas imagens.

Publicidade
Publicidade

Não ficou claro se os protestos foram oficialmente sancionados ou organizados pela Google, a maior empresa de internet do mundo, ou foram organizados por funcionários. Uma pessoa familiarizada com o assunto descreveu-o como uma "reunião apoiada por uma empresa pelos funcionários".

Na semana passada, o CEO do Google, Sundar Pichai, disse em uma nota interna à equipe que estava "chateado" com a ordem. E o co-fundador do Google Sergey Brin foi visto entre os manifestantes no Aeroporto Internacional de San Francisco no fim de semana.

O parlamento iraquiano vai pedir ao governo uma medida de reciprocidade contra os Estados Unidos.

Sem citar o presidente americano, o secretário-geral da ONU criticou o fechamento de fronteiras. Antônio Guterres falou no encontro da União Africana, que viu três dos países-membros afetados pela decisão de Trump.

Publicidade

A líder do bloco africano falou que o mundo entra em tempos turbulentos. Ele lembrou aos líderes americanos que o mesmo país que forçou escravos a cruzarem o Atlântico, agora decidiu barrar refugiados.

A agência da ONU para refugiados manifestou preocupação com a incerteza enfrentada por milhares de imigrantes que já estão em processo de se mudar para os Estados Unidos. Segundo a ONU, 800 refugiados foram impedidos de entrar em solo americano. Também a organização Médicos Sem Fronteiras pediu que o governo Trump reconsidere a decisão urgentemente. #2017 #Donald Trump