O governo do Irã diz que adotará o princípio da reciprocidade em desfavor dos #EUA, levando em consideração que #Trump proibiu a entrada de cidadãos do Irã em território americano por três meses. Assim, o país muçulmano passou a proibir entrada de americanos em seu território.

Destaca-se que a informação foi transmitida pelo Ministério das Relações Exteriores, que informou: "A República Islâmica do Irã, para defender os direitos de seus cidadãos e até que se solucionem todas as limitações insultantes dos Estados Unidos contra os iranianos, aplicará o princípio de reciprocidade".

Verifica-se que em momento anterior, o presidente dos EUA, assinou um decreto temporário, com a finalidade de proibir a entrada de imigrantes advindos de oito países muçulmanos, quais sejam: Iraque, Irã, Líbia, Somália, Sudão, Iêmen, Síria e Somália; a justificativa adotada foi de que a medida visa impedir a entrada de possíveis terroristas islâmicos nos Estados Unidos.

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Todavia, com a finalidade de responder aos Estados Unidos, o governo do Irã diz que a decisão de proibir cidadão americano só será revista e alterada quando os americanos suspenderem a decisão de proibir entrada de cidadão #Irãniano nos EUA. Além disso, o governo islâmico, classificou a decisão de Trump como um insulto declarado contra todos os muçulmanos do mundo, ainda consideram que a possível luta contra o terrorismo é uma falsa reivindicação.

Nota-se que o clima entre líderes islâmicos e o líder americano já estava tênue, tendo em conta que o presidente iraniano, Hassan Rohani, em outros instantes, já tecia críticas em desfavor de medidas aplicadas pelo novo governo americano, apesar de não citar declaradamente o nome do líder americano.

Sendo fato notório que já estava nítido que não haveria acordos políticos com países muçulmanos se Trump fosse eleito, haja vista que Trump sempre deixou claro seu posicionamento político no que diz respeito aos refugiados de países muçulmanos.

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Como foi eleito presidente dos EUA, já estava previsto a adoção das medidas citadas.