As irmãs canadenses Jyoti e Kiran Matharoo, ficaram conhecidas após publicarem fotos sensuais no Instagram, e deixar muita gente de queixo caído. As belas irmãs, no entanto acabaram sendo presas, por extorquirem dinheiro de um empresário nigeriano.

O pedido de prisão das duas jovens ocorreu pouco ante do Natal, no dia 23 de dezembro de 2016, em lagos na antiga capital da Nigéria, sob a acusação de chantagem ao empresário Femi Otedola de 54 anos.

Otedola que é um grande empresário do ramo de Petróleo, e estaria sendo chantageado pelas jovens que ameaçaram lançar fotos, que comprovavam que o bilionário traia sua esposa.

O empresário contratou bons advogados para assumirem o caso.

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E logo os profissionais descobriram que já era praxe das jovens saírem com homens ricos e casados, para em seguida extorqui-los. Os advogados então reuniram provas que comprovavam a prática e mandaram para a polícia nigeriana, que tomaram as providências cabíveis.

Segundo a imprensa nigeriana, as belas e famosas irmãs praticavam cyberbullying com umas 274 pessoas, que em sua grande maioria eram africanas.

As autoridades canadenses também resolveram investigar o caso, e com isso é bem provável que sejam feitas novas descobertas sobre as irmãs.

As jovens possuíam um site de escândalos, onde elas publicavam as notícias, e foi nesta página que elas ameaçaram jogar as provas que tinham contra o empresário nigeriano. Depois da denuncia feita contra elas, o site foi retirado do ar. Porém é provável que a polícia canadense investigue as informações que foram colocadas nele.

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As irmãs preocupadas e querendo se livrar dos problemas causados por elas, fizeram um vídeo e postaram no YouTube, onde pediam desculpas á Femi Otedola, pelos transtornos causados a ele e sua família.

De acordo com as jovens a maioria das notícias publicadas no site, eram entregues a elas por amigos. Elas afirmaram que nunca tiveram a intenção deferir e nem extorquir ninguém, mas a dupla não teve como provar a veracidade das declarações.

Segundo informações do Jornal The Star, as jovens declaram que não ganharam nenhum dinheiro com o site, porem até o endereço onde moravam elas deram errado. Uma equipe da imprensa do jornal esteve no local informado e não existia nenhum prédio lá. A rede social delas está sem atualizações há duas semanas e o site delas se encontra fora do ar.

#Crime #Casos de polícia