Na manhã desde último domingo (29), um ataque americano no Iêmen contra o grupo terrorista Al Qaeda matou quatorze envolvidos e um soldado americano. O ataque aconteceu Yakla, na região central do Iêmen, e testemunhas locais disseram que cerca de trinta pessoas morreram entre elas, dezesseis mulheres e crianças. Os números relatados são bem maiores do que os divulgados pelos americanos, que também tiveram outros três soldados feridos. A investida contra o grupo extremista foi aprovada pelo atual presidente, que julgou que a medida era necessária. Entre os mortos da Al Qaeda estão o líder Abdulraoof al-Dhahab na região, e outros lideres de comunidades locais, os irmãos Abdelrauf e Soltan al Zahab.

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Para as forças americanas, a operação foi satisfatória, e diz-se ainda que através dela foi possível captar informações preciosas para o combate do terrorismo na área, que serão relevantes para futuros combates. Os ataques foram feitos através de drones e helicópteros Apache, que visualizaram através de GPS a áera onde o suposto grupo estaria. A população local é basicamente rural e vive ainda sob ritos e tradições tribais, os homens das comunidades resistiram atirando com armas de grosso calibre, durante o ataque que durou cerca de uma hora.

O presidente americano vem tomando medidas controversas desde que chegou à Casa Branca. Na última semana, particularmente duas decisões instalaram uma crise diplomática pelo mundo. A primeira delas foi a assinatura de um acordo que autoriza a construção de um muro que separaria a fronteira com México.

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O presidente mexicano cancelou a visita que faria aos Estados Unidos na terça-feira passada, depois de Trump ter dito que a responsabilidade financeira pela obra seria do país vizinho. A outra medida ainda mais complicada e grave foi a restrição para imigrantes de determinados países entrarem no território americano. No documento sancionado por ele estão sete países cujos cidadãos ficaram proibidos de entrarem nos EUA. A maioria desses lugares é de origem mulçumana, o presidente alegou perigo de terrorismo ao fechar as fronteiras. Dentre os estados que estão banidos, está o Iêmen cujo ataque foi autorizado no fim de semana. Apesar de inúmeros protestos ao redor do mundo, Trump não parece voltar atrás em suas decisões. #Guerra