Os governos da Austrália, Malásia e #China, anunciaram nesta semana que as operações submarinas de busca do voo MH370 da Malaysia Airlines foram suspensas. A Malásia já havia anunciado o fim das operações há duas semanas.

“Apesar de todos os esforços feitos com a utilização da mais avançada tecnologia disponível, uma tecnologia de vanguarda, bem como técnicas de simulação, além da assessoria de profissionais altamente qualificados, os melhores em seu campo de atuação, infelizmente as buscas não conseguiram chegar à localização do #avião”, dizia o comunicado divulgado pela rede americana CNN.

“A decisão de suspender as buscas submarinas não foi tomada de forma leviana, tampouco sem muita tristeza”, continuou.

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"Não perdemos a esperança de que um dia sejam obtidas novas informações e de que em algum momento no futuro a aeronave seja localizada", acrescentou o comunicado dos três países.

O avião, que sumiu dos radares no dia 8 de março de 2014, decolou de Kuala Lumpur, na Malásia com destino a Pequim, na China e, levava 239 pessoas a bordo. Sendo 153 chineses, 50 malaios (sendo 12 da tripulação), sete indonésios, seis australianos, cinco indianos, quatro franceses, três norte-americanos, dois canadenses, dois iranianos, dois neozelandeses, dois ucranianos, um holandês, um russo e um taiwanês.

Nenhum indício da presença da aeronave foi encontrado até o momento, no entanto, foram descobertos alguns pedaços na costa leste do continente africano, perto da atual zona de buscas, sendo identificados como partes do Boeing 777 da Malaysia Airlines.

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Contudo, apenas três foram dados como quase certos.

Reações das famílias das vítimas

A associação Voice370, criada pelos familiares das vítimas após a queda do avião, criticou a decisão das autoridades e classificou a decisão como "irresponsável", através de uma nota.

“Ampliar as buscas para a nova área definida pelos especialistas é uma obrigação inescapável que se deve ter para com o público em geral e com os interesses da segurança aérea. Não se pode admitir que aviões comerciais desapareçam sem deixar rastro algum”, dizia a nota da associação. #Mundo