Essa semana foi julgado o médico que aparece diante das câmeras de segurança de uma unidade de Pronto Atendimento do Hospital Municipal Belgorod agredindo severamente um paciente. O profissional que estava de calça branca e capote azul se descontrolou e bateu de forma grave em um dos pacientes que estava na recepção sem camisa. Segundo as investigações que analisaram as imagens como prova do delito, o médico teria ficado extremamente nervoso depois de descobrir que o doente havia abusado de uma das enfermeiras do serviço. O paciente teria passado a mão nela, enquanto a mesma tentava examiná-lo para prestar ajuda. Nas imagens que impressionam pela violência, o profissional de saúde aparece na porta onde se encontrava o homem, juntamente com uma das enfermeiras que aponta para o suposto abusador.

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É nesse momento que o médico se descontrola e começa a bater repetidamente no homem que estava no momento sendo atendido por outra técnica do serviço. Enquanto deferia socos e chutes no homem o médico dizia repetidamente que ele ‘tinha abusado de uma das enfermeiras!’. Um outro rapaz, acompanhante do paciente entra na briga para tentar defender o parente, mas acaba apanhando bastante também. Para piorar a situação dramática o suposto molestador acabou vindo a óbito diante das agressões sofridas.

Diante da situação descontrolada toda a equipe de atendimento que estava no local pedia repetidamente para que o médico parasse as agressões. As enfermeiras que presenciaram a violência estavam bastante assustadas e aparecem nas cenas andando de um lado para o outro tentando buscar ajuda.

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Depois que o profissional de saúde para de bater no paciente a equipe de assistência vem em sua ajuda, mas já percebe que ele não responde a comandos e que está inconsciente no chão. O acompanhante que também foi agredido chega a gritar pelo parente perguntando se o mesmo estava vivo, mas não obteve resposta, é quando os socorristas chegam. O doente acabou morrendo por traumatismo craniano. O médico foi responsabilizado pelo Comitê de Investigação Médica da Rússia, demitido e condenado a pagar por nove anos de detenção em regime fechado.

#Crime #Investigação Criminal