Nikki Haley, de 45 anos, foi nomeada por Trump para exercer o carga de embaixadora dos #EUA na ONU, tendo recebido aprovação de maioria do Senado americano para exercer a função. Destaca-se que o Senado Americano decidiu no dia 24 de janeiro (terça-feira) que Nikki será embaixadora dos EUA na ONU. Assim, com 96 votos a favor, ela conseguiu ganhar o cargo, pois apenas 4 votaram contra, sendo os votos contrários de membros do partido democrata.

Nota-se que durante o período em que governou Carolina do Sul, expressava abertamente o interesse em apoiar #Israel, tendo inclusive tornado ilegal no estado o movimento de BDS (Boicote, Desinvestimento e Sanções), que tinha como finalidade atrapalhar a economia de Israel.

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Além disso, demonstra solidariedade para com o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu.

Segundo notícia exposta no maior Jornal Israelense, The Jerusalem Post, nota-se que Haley será recebida com os braços abertos não apenas pelo Senado dos Estados Unidos, mas também pelo governo e pelo público israelense, que estão conscientes do apoio explícito e publicamente expresso de Haley ao Estado de Israel.

Entretanto, políticos que se opõem ao cargo dela, dizem não aprovar a escolha de líderes republicanos, levando em consideração que a ex-governadora não tem experiência com política internacional. Todavia, com a mudança de governo, veio a necessidade de escolher políticos que defendem abertamente as pautas trabalhadas no governo Trump, sem contar que a escolha teve uma boa repercussão perante os aliados do novo governo.

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Em audiência recente no Senado, a nova embaixadora deixa nítido o seu posicionamento, ademais criticou a ONU, por considerar que tratam Israel de maneira ruim, citou à Resolução 2334 do Conselho de Segurança da ONU (que busca dividir Israel, repartindo uma parte do país com a Palestina), tratando-se de ações repudiadas por Nikki.

Também prometeu que quando atuar como embaixadora não pretende manter-se neutra diante de tentativas de boicotes contra Israel e os EUA.

Declarou-se favorável com o plano de Trump em transferir a embaixada americana em Israel, retirando de Tel Aviv para Jerusalém.

Ante o exposto, com base nos argumentos da nova embaixadora, nota-se que ela lutará em favor do Estado Israelense perante a ONU.