Passou-se mais um ano, 2017 chegou, mas algumas coisas ainda não mudaram ao redor do mundo. Uma classificação listou os doze #Países que tratam suas #mulheres quase como animais. Nesses lugares elas não têm direito a opinião, não têm liberdade individual, são obrigadas a responderem a seus pais e maridos, e sofrem diariamente com a violência. Além desses dados aterradores, esses são os Estados que mais matam suas mulheres por motivo torpe. Muitas vezes a violência vem travestida de ‘tradição cultural’ em que os atos de crueldade se perpetuam sob o pretexto de que ‘foi sempre assim’. Obviamente que todo o aspecto de uma determinada sociedade deve ser analisado para se determinar as nuances do que acontece naquele lugar, mas isso não dá espaço para que elas continuem morrendo porque sempre foram tratadas de maneira inferior.

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Dentre os países listados estão o Afeganistão, país em que as mulheres têm uma expectativa de vida baixíssima, cerca de quarenta e cinco anos apenas. Ali as mulheres são totalmente guiadas por seus maridos, aquelas que são viúvas, por exemplo, acabam sem nenhum recurso financeiro e viram mendigos. Para piorar o Afeganistão é um dos países com maior taxa de mortalidade no parto e puerpério. Na República Democrática do Congo, por exemplo, as mulheres não têm direito a assinar nenhum documento legal sem a permissão de algum homem. A situação do Nepal também não é das melhores onde muitas jovens são vendidas e prometidas a seus maridos ainda pré-adolescentes.

São inúmeros os outros países em que elas sofrem repressão, em Mali, as meninas, apenas menstruam e são obrigadas a passar por uma cirurgia de mutilação do clitóris para que não sintam prazer.

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No Paquistão, por exemplo, se uma menina for acusada de adultério, às vezes por motivos sem justificativa, como olhar para o lado, ela pode ser apedrejada até a morte em praça pública, por um parente próximo muitas vezes. Na Somália, se uma mulher tiver dificuldades no trabalho de parto ninguém pode ajudar, pois elas são obrigadas a terem seus filhos sozinhas, pois isso seria uma ‘obrigação’ de toda mãe. No Iraque, o sequestro de jovens é altíssimo, um caso em 2014 veio à tona quando cerca de duzentas mulheres morreram após se recusarem a ter praticas sexuais com soldados que não conheciam. Na Índia também a prostituição infantil acaba matando milhares de meninas todos os anos. Dentre outros países listados estão o Chad, em que meninas de dez anos se casam com homens adultos, Iêmen, onde elas vivem 24h para seus maridos, Arábia Saudita, onde elas não podem dirigir, e Guatemala, onde elas são consideradas inferiores pela lei. Todos esses lugares são um exemplo de como ainda precisamos evoluir como seres humanos.

#Crime