Um paramédico esteve em tribunal, na Irlanda, contando o episódio mais triste que viveu na sua profissão. Apesar de ter trabalhado por 30 anos em emergências médicas, ele não evitou as lágrimas, quando foi chamado por um #Pai desesperado. Chegando no local, encontrou o corpo de uma bebê de três meses, sem vida. A pequena Caragh Walsh estava deitada no sofá, sem se mexer e os primeiros exames confirmaram logo que a bebê estava morta. O tribunal de Craigavon está julgando agora esse caso, que tem no pai da bebê o principal suspeito da sua morte.

O caso aconteceu em 2014, mas só agora chegou a tribunal, onde começou o julgamento.

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O paramédico começou chorando no momento em que relembrou o que encontrou, quando entrou nessa casa, de Belfast. Foi o pai da bebê que ligou para o serviço de emergência, falando que a sua menina não estava respirando. Quando eles chegaram na casa de Christopher O'Neill, de 26 anos, a menina já estava morta e a imagem da bebê deitada no sofá continua aparecendo na memória desse paramédico. "Parecia uma bonequinha", contou o homem, visivelmente emocionado, com essa triste recordação.

O pai teria ficado sozinho com a bebê apenas por meia hora. Foi o suficiente para ele perder a cabeça e matar a bebê. O'Neill está negando as acusações e diz que, quando percebeu que a menina estava inconsciente, a teria abanado um pouco, tentando que ela reagisse. Porém, os resultados da autópsia são bem mais chocantes do que isso.

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Caragh tinha várias lesões na cabeça e nas costelas, que provaram que a menina teria levado pancadas. Uma descrição bem diferente da que o pai fez. A bebê, com apenas três meses, apresentava várias costelas partidas, para lá das graves lesões cerebrais, que teriam provocado sua morte.

Toby Hedworth, da acusação, considera que o pai da bebê poderia estar tentando silenciar a filha, acabando por a ferir mortalmente. O homem acredita, no entanto, que em algum momento, mesmo em descontrole, Christopher O'Neill teria pretendido causar forte dano na sua bebê, pedindo por isso pena pesada para esse homem. O julgamento vai continuar. #Bebê #paramédicos