Uma última esperança surgiu há pouco tempo na resolução do #Crime de Maddie McCann, apesar de ainda não existir nenhuma certeza. Tal como informa o site do jornal “The Sun”, depois das autoridades terem provas de que pode ter sido um grupo profissional de sequestradores europeus que levaram a sua filha, os pais da garota escreveram um texto arrepiante nas suas redes sociais, pedindo para que sua filha voltasse para casa e deixando uma mensagem de esperança para todo o mundo nesse novo ano.

Depois de terem passado o nono Natal sem a presença da sua pequena filha, que desapareceu no dia 3 de maio de 2007, em Portugal, os pais de Maddie fizeram questão de garantir publicamente que ainda não desistiram de procurar a sua menina, torcendo para que um “milagre” possa acontecer no futuro.

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Mas até que ponto as investigações de um caso que vai fazer dez anos podem continuar sem grandes provas conclusivas?

A verdade é que, como garante o famoso tablóide inglês “The Sun”, as autoridades britânicas têm agora menos de três meses para recolher o máximo de informação possível a respeito da nova prova que descobriram. Segundo a publicação, as autoridades acreditam agora que um grupo organizado europeu tirou várias fotos de Maddie quando estava com a família na praia, tendo calculado detalhadamente o crime para que ele fosse perfeito e não deixasse rasto.

O fato é que, mesmo depois de ter realizado as maiores buscas da história da polícia portuguesa, que também contou com a ajuda das autoridades inglesas, em Portugal, nada de relevante foi encontrado no local do desaparecimento e muito menos o corpo da menina.

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Nas redes sociais, pessoas de todo o mundo, ficaram arrepiadas com a mensagem e o pedido emocionado dos pais de Maddie, torcendo e rezando para que, dessa vez, as autoridades consigam mesmo perceber o que aconteceu neste crime, considerado um dos mais midiáticos sequestros dos últimos dez anos em todo o mundo. Caso nada seja descoberto, as investigações dentro de três meses vão acabar definitivamente. #Investigação Criminal