Por conta do relacionamento do seu CEO, Travis Kalanick, com o presidente norte-americano Donald #Trump, o aplicativo #UBER foi alvo de críticas na web e internautas chegaram a sugerir um boicote ao app através das hashtags #DeleteUber e #BoycottUber, que se espalharam pelas redes sociais nos últimos dias.

Ocorre que Kalanick entrega um grupo de conselheiros de Trump e recomendou recentemente aos seus funcionários, segundo o canal CNN, manter o relacionamento com o presidente norte-americano. Por conta do polêmico decreto migratório, Trump tem sido alvo de muitos protestos nos últimos dias nos Estados Unidos.

Em carta enviada aos funcionários no sábado, Kalanick se defendeu da polêmica, lamentou que a nova ordem executiva de Trump vá "afetar muitas pessoas inocoentes" e explicou o seu relacionamento com o governo.

Publicidade
Publicidade

"Assim que o Uber foi lançado, temos trabalhos com governos de diferentes países e variadas posições políticas. Com muitos deles compartilhamos algumas ideias e outras não. Em alguns casos, lutamos para progredir e em outros efetuamos as mudanças de dentro por meio do poder de persuasão", disse o executivo.

No comunicado, o chefão do Uber ainda garantiu que iria discutir a questão migratória na primeira reunião dos conselheiros de Trump. #decreto