Os suspeitos foram presos na última quinta-feira, em Chicago, eram quatro jovens negros, que aparecem em uma transmissão ao vivo pelo Facebook, torturando um jovem branco e portador de deficiência mental. Durante o ritual o grupo xingas os brancos e insultam o atual presidente do Estados Unidos Donald Trump.

Os jovens que participaram das agressões são duas mulheres e dois homens, eles responderam por diversos crimes, entre eles, #Crime de ódio, racismo, tortura e agressão.

O vídeo que circulava na internet tem cerca de 30 minutos, e durante todo esse tempo o jovem portador de deficiência mental, é submetido a uma série de agressões.

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Nas imagens eles aparecem chutando a cabeça de vítima, jogam faíscas de cigarros no rapaz que está amarrado. Os agressores se utilizam de uma faca para cortar as roupas e o couro cabeludo da vítima, que além de amarrada está amordaçada. Em outra parte do vídeo eles obrigam o rapaz a beber água suja de um vaso sanitário. E tudo era transmitido ao vivo pela rede social.

Durante todo o tempo eles usam palavrões e xingamentos contra as pessoas de pele branca, e insultam Trump com uma linguagem bem vulgar.

O vídeo foi retirado do ar, mas uma parte dele foi divulgada pela polícia, e mostra a vítima sentada em um canto de um cômodo da casa, amarrada e amordaçada, enquanto eles agridem e fazem gozações do rapaz. Em um determinado momento eles amaram entre o pescoço e o queixo da vítima um cinto e a puxam, e o jovem tenta segurar para que não aperte mais.

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As autoridades americanas declaram que o vídeo de crime de ódio repugnante. As imagens chocaram uma cidade conhecida por ser “casca grossa”, Chicago, que é terceira maior metrópole dos Estados Unidos, e é conhecida por ser uma cidade muito violenta. Ainda assim o vídeo causou horror à população.

O superintendente da polícia, Eddie Johnson, declarou em uma entrevista, o tamanho da brutalidade e ousadia do grupo que divulgou para o mundo todo ver o crime cometido por eles. Resumiu como “nojento” e cruel.

O jovem agredido teve sua identidade mantida em sigilo, ele encontra-se internado em um hospital, e está muito traumatizado. Segundo informações da polícia o jovem pode ter permanecido entre 24 a 48 horas com os agressores antes da divulgação do vídeo, pois existia uma ocorrência registrada pela família do rapaz por desaparecimento por quase este mesmo período.

A polícia informou que quando a vítima tiver superado um pouco o trauma vivido, que ira colher depoimento dela para saber o período em que ficou em posse dos criminosos.

Vídeo:

#Investigação Criminal