O que a alguns anos atrás poderia parecer uma cena insólita e no mínimo curiosa, quase acaba se transformando em uma grande tragédia, que certamente acabaria chocando milhões de pessoas ao redor do mundo, mas, principalmente, os súditos da coroa inglesa. Trata-se do episódio macabro, relatado muito posteriormente depois de ocorrido à famosa revista “The Times” dos EUA, em que um guarda do Palácio de Buckingham, na #Grã-Bretanha, confessou quase ter fuzilado acidentalmente a rainha Elizabeth II.

O engano acabou acontecendo porque nas noites em que a rainha sofre de insônia, ela tem o costume de sair dos seus aposentos reais e poder assim, relaxar dando uma volta pela sua residência, a saber, o palácio real.

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Foi exatamente em um desses momentos que um guarda da rainha estava fazendo a sua ronda rotineira no interior do castelo, por volta das 3 da manhã, que ele pode avistar de forma meio que indefinida, um vulto encoberto pela escuridão da noite.

Obviamente, o #Segurança pensou que um intruso tinha conseguido invadir Buckingham e ele automaticamente bradou: “quem é?”, e, para a surpresa do pobre militar, era ninguém mais ninguém menos do que a própria rainha. O homem não pensou duas vezes e acabou dizendo à rainha o seguinte: “maldito inferno, Majestade, eu quase atirei em você”.

Logicamente que, se isso de fato tivesse acontecido, seria mais uma tragédia acumulada a tantas outras que a família real inglesa vivenciou ao longo da sucessão de seus clãs e dinastias. O sistema monárquico bretão, conforme especialistas e críticos em política e diplomacia internacionais, apresenta inúmeras falhas de gestão e se encontra ultrapassado; entretanto, o poder que a rainha-mãe exerce sobre os seus súditos é algo praticamente inexplicável, pois a legião de seus seguidores é sempre maior.

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Como que para fechar com chave de ouro o ocorrido, sugeriu-se que a rainha Elizabeth II tenha replicado ao segurança com a frase que se segue: “está tudo bem. Da próxima vez eu vou ligar antes para que você não tenha que atirar em mim”.

Elizabeth II presidindo uma grande parada militar no seu 90º aniversário

#Europa