Sob a justificativa de elevar os níveis de segurança e proteger os cidadãos norte-americanos, o presidente Donald #Trump emitiu um polêmico #decreto migratório nesta sexta-feira, em que suspende parcialmente o programa de recebimento de refugiados e suspende a entrada de sete países considerados como fontes do terror: Síria, Irã, Iraque, Líbia, Somália, Sudão e Iêmen.

A medida visa proteger os cidadãos norte-americanos de eventuais ataques terroristas isolados e também dar um recado claro ao Estado Islâmico sobre a intenção dos #EUA em vencer a disputa na Síria junto com a coalizão internacional. Ainda assim, o senador republicano John McCain vê efeito reverso na medida.

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"Sinceramente, eu acredito que o efeito dessas medidas poderá dar ainda mais publicidade e espaço às ações do Estado Islâmico", resumiu McCain à rede CBS.

Senadores democratas e procuradores-gerais de diferentes Estados dos EUA, insatisfeitos com a ordem executiva de Trump, estudam maneiras legais de confrontá-la. No sábado, uma decisão judicial bloqueou parcialmente os efeitos do decreto do novo presidente.

Neste domingo, milhares de pessoas se aglomeraram em frente à Casa Branca para se manifestarem contra o decreto migratório de Trump. Cidades importantes como Nova York, Boston e Los Angeles também tiveram protestos no segundo dia de ações públicas contra a ordem executiva do sucessor de Barack Obama.