A comissária de bordo Ximena Suarez Otterburg, sobrevivente da queda do voo da Lamia que matou 71 pessoas em Medellín, na Colômbia, em 29 de novembro, está pedindo ajuda para arrecadar 100 mil dólares para poder cuidar dos filhos, além de poder tratar as sequelas psicológicas que ficaram após o trágico #Acidente aéreo que vitimou praticamente toda a delegação da #Chapecoense, além de jornalistas brasileiros e tripulantes da aeronave.

No último dia 22, Ximena criou uma conta em um site de financiamento coletivo, que até a manhã desta terça-feira (24), havia arrecadado 195 dólares. Há uma mensagem da comissária de bordo explicando sua situação.

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Nela, diz que não tem condições de trabalhar, nem de sustentar seus filhos de dois e de seis anos por não ter condições psicológicas e físicas.

"Eu sou Ximena Suarez Otterburg, sobrevivente do acidente da Lamia, na Colômbia. Tenho 28 anos, nasci em Santa Cruz de la Sierra, Bolívia, tenho dos filhos, 6 e 2 aninhos, os quais sustento. A maior parte da minha vida trabalhei como tripulante, enquanto estudava engenharia em controle de processos na Universidade autônoma Gabriel René Moreno. O motivo pelo qual peço ajuda é porque não posso trabalhar e seguir minha vida normal, já que tenho problemas psicológicos e físicos. Conheci essa Fundação através de minha prima que vive na Flórida. Eu agradeceria muito a sua colaboração. Que Deus abençoe e a todos”.

A boliviana é uma das seis sobreviventes da queda do avião da Lamia que levava a Chapecoense para a primeira partida da final da Copa Sul-Americana diante do Nacional de Medellín, na Colômbia.

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Além de Ximena foram resgatados com vida o técnico de voo boliviano Erwin Tumiri, o zagueiro Neto, o lateral-esquerdo Alan Ruschel, o goleiro Jackson Follmann e o jornalista Rafael Henzel.

A aeronave caiu na região de Cerro Gordo, no município de La Unión, há cerca de 30 quilômetros do aeroporto de Medellín. Autoridades colombianas que investigaram o desastre apontaram que a queda ocorreu por falta de combustível. #ForçaChape