A jogadora da seleção brasileira feminina de vôlei, #Thaísa, iria com o marido, o jornalista Guilherme Pallesi, à boate Reina, uma das mais famosas de Istambul, na #Turquia, para comemorar a chegada de 2017, mas desistiu. O local, frequentado por jovens de classe média-alta, foi atacado por um terrorista pouco depois da virada do ano, por volta das 1h15 (horário local), e 39 pessoas foram assassinadas e 69 ficaram feridas.

Thaísa defende as cores do Eczacibasi Vitra desde o meio de 2016. Pallesi participa dos programas “Agora o Bicho Vai Pegar”, na rádio Bradesco Esportes FM, e “Resenha, Futebol e Humor”, na rádio Bandeirantes.

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Desistência

A informação de que Thaísa e Guilherme teriam desistido de ir à boate foi dada pelo próprio marido da atleta pelo Twitter. “Rapaziada, eu e a Thaisa estamos bem, iriamos ao Reina ontem. Thaisa não quis ir e fiquei bravo com ela. Graças a Deus não fomos”, postou Pallesi. A jogadora teria sido convidada para ir ao local, mas declinou do convite.

Terrorismo

Até o fechamento desta reportagem nenhum grupo terrorista havia assumido a autoria do atentado, mas acredita-se que tenha sido mais uma ação do estado islâmico, grupo que tem espalhado o terror pelo mundo. Segundo informações divulgadas pelo ministro do Interior da Turquia, Suleyman Soylu, entre os 39 mortos havia 16 estrangeiros.

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O terrorista, ainda não localizado, teria invadido o local vestido de Papai Noel, por volta das 1h15 (horário local), 20h15 do sábado no horário de Brasília. Ele portava uma arma de longo alcance.

Ele teria matado o policial que controlava a porta principal e um civil antes de chegar ao local em que havia maior concentração de pessoas e iniciar o massacre. Havia 500 pessoas no local.

No ano passado, a Turquia sofreu 20 ataques terroristas, que resultaram em um total de 200 mortes.

No dia 20 de dezembro, o embaixador russo no país, Andrei Karlov, foi morto a tiros pelas costas, durante uma exposição de arte. O assassino afirmou que estava se vingando por Aleppo, na Síria. #Atentado terrorista