O Supremo Tribunal de Lisboa, Portugal, decidiu, na manhã desta terça-feira, dia 31 de janeiro, a rejeição do recurso dos #McCann. Os pais de Maddie pediam que o detetive português #Gonçalo Amaral ficasse 'silenciado', mas o tribunal voltou a dar razão novamente para o português, que acusa Kate e Gerry McCann de estarem envolvidos diretamente no desaparecimento da menina inglesa. O livro do português voltará, então, a ser comercializado, onde ele conta sua verdade dos factos, quando ele estava liderando a investigação do caso. Também o pedido dos ingleses de 500 mil euros caiu por terra e Gonçalo Amaral não terá que pagar nada para os McCann.

Foi mais uma derrota na Justiça para os McCann, eles que estavam recorrendo para a decisão tomada pelo tribunal em abril do ano passado.

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Recorreram, mas perderam novamente, com o Supremo Tribunal a confirmar a decisão anteriormente tomada. Kate e Gerry, dois médicos ingleses, exigiam meio milhão de euros a Gonçalo Amaral, por difamação e por ter prejudicado a investigação, e que o seu livro 'Maddie - A verdade da Mentira' ficasse proibido nas lojas. Porém, o livro poderá ser vendido novamente, depois de este embargo ficar sem efeito.

Gonçalo Amaral era o inspetor-chefe da polícia judiciária portuguesa, que liderou o caso de investigação da pequena Maddie, a menina inglesa que desapareceu em maio de 2007, na praia da Luz, no Algarve. A criança tinha três anos e estava sozinha com os dois irmãos gêmeos, mais novos, na casa de férias dos pais. Kete e Gerry tinham, alegadamente, saído para jantar com uns amigos, deixando os três filhos sozinhos, na noite em que a menina teria sumido.

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A polícia judiciária portuguesa procurou todas as pistas e, quando decidiram considerar os pais como possíveis culpados, pelo menos por negligência, o caso saiu da alçada portuguesa e a investigação ficou com os ingleses. Amaral seria afastado do caso e da polícia judiciária. Mais tarde, escreveria o polêmico livro, onde revelou seus motivos, e as provas, para não acreditar na inocência dos McCann. Ele suspeitava mesmo que Kate e Gerry inventaram a história do rapto da menina, para se inocentarem de um eventual acidente deles, que teria levado à morte da menina.

Gonçalo Amaral teve muito apoio, até dos ingleses, que estão cansados das ajudas e dos fundos de dinheiro que os McCann estão recebendo, para fazerem buscas de uma criança, que muitos acreditam estar morta há muito tempo.

No Twitter, esta decisão do Tribunal está sendo celebrada até pelos ingleses. Um usuário escreveu mesmo que "o livro é baseado em factos, factos que os McCann tentam esconder para usar o dinheiro dos fundos".

E o leitor, concorda com esta decisão do Tribunal? Deixe sua opinião! #Maddie McCann