Donald John #Trump, empresário, assumiu no dia 20 de Janeiro a presidência dos #Estados Unidos, como 45ª presidente do país.

Seu antecessor, Barak Obama, apresentou seu último pronunciamento na noite de terça-feira (10), em Chicago. Obama, em seu discurso, se manifestou sobre pendências que ficaram e comemorou suas conquistas nestes oito anos de governo.

Obama se emocionou na despedida do governo e se mostrou grato pelo apoio do povo nestes dois mandatos: "Vocês foram a mudança", disse o ex-presidente.

Cidadãos dos Estados Unidos mostraram imensa gratidão aos oito anos de governo de Obama, gritando "mais quatro anos", durante seu discurso.

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"A democracia pode cambalear quando entregue ao medo", completou Obama.

Mudanças de Trump começam cedo

Trump assumiu a presidência já cancelando muitos projetos criados por Obama, como o Obamacare, que beneficiou mais de 20 milhões de pessoas, que podiam contar com um seguro de saúde. O projeto da reforma na saúde do país não tem continuação no governo do novo presidente. Trump não foi a favor, e revogou o projeto. O Congresso busca uma maneira de substituir o sistema de saúde.

O oleoduto Keystone SL, da TransCanada, que transportaria 830 mil barris de petróleo cru sintético e betuminoso, foi revogado por Obama, tendo em vista os riscos ambientais que os projetos acarretariam.

O Dakota Access, levaria 500 mil barris de petróleo, e também havia sido rejeitado por Obama.

O novo presidente assinou o decreto liberando a construção dos dois projetos, e ainda assinou um documento exigindo que os materiais para a construção fossem produzidos nos EUA.

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Trump também cancelou contratações de funcionários do governo (exceto das Forças Armadas). De acordo com a imprensa americana, diversos órgãos federais agilizaram suas contratações antes da chegada do novo presidente.

Muro da fronteira do México

Dentre as polêmicas do novo governo do país, segue a que Trump assinou, nesta quarta-feira (25), a ordem para a construção imediata do muro na fronteira com o #México.Trump bloqueou os fundos federais destinados às "cidades-santuários", que protegem imigrantes sem documentos de deportação.

Trump realizou um discurso aos funcionários do Departamento de Segurança sobre as novas decisões, encerrando com a frase "Uma nação sem fronteiras não é uma nação. A partir de hoje, os Estados Unidos tomam de volta o controle de suas fronteiras".