Na última segunda-feira (30), o novo Presidente dos #Estados Unidos #Donald Trump decidiu demitir a secretária de Justiça interina dos Estados Unidos, Sally Yater, instantes depois dela ter orientado o Departamento de Justiça a não aceitar a ordem de veto do Presidente.

O veto do Presidente foi de proibir a entrada de cidadãos da Síria, Líbia, Somália, Sudão, Iêmen e Iraque, o que acarretou em discussões de que a medida era um tanto discriminativa e até preconceituosa.

Por uma carta, a Casa Branca declarou que a ex Secretária interina dos Estados Unidos “traiu o Departamento de Justiça recusando-se a cumprir uma ordem legal designada a proteger cidadãos dos Estados Unidos”.

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"Isso não é um questão de religião. É uma questão sobre terror e manter nosso país seguro. Há mais 40 países de maioria muçulmana que não foram afetados por esta ordem", disse Donald Trump em um comunicado pelo Facebook para defender a posição de seu veto.

Sally Yater, que tinha sido indicada para o cargo por Barack Obama, será substituída por Dana Boente, secretária de Justiça do Distrito Leste do Estado de Virgínia, e este diz se sentir honrado por prestar serviços ao novo presidente dos Estados Unidos. Assim que colocado no cargo, Dana Boente ordenou que seguisse o veto de Donald Trump.

O diretor de comunicação do Presidente Sean Spicer, disse que “a maioria dos americanos apoiam o Presidente, pois eles concordam que os passos que ele tomou foram para manter este país seguro”.

Este mesmo diretor também disse que os diplomatas que se opuserem ao decreto de Donald Trump, restringindo a imigração e a entrada de #Refugiados, ou devem mudar de opinião e concordar com a estratégia presidencial ou “vão embora”.

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Segundo Spicer, “O presidente tem uma visão muito clara. Ele foi claro sobre isto desde a campanha. Ele tem sido claro desde que tomou posse, que ele vai colocar a segurança do seu país em primeiro lugar.(...) E se alguém tem um problema com isso, tem de se colocar em questão se deve continuar no posto”.