Quando Trump ocupou o lugar de presidente dos Estados Unidos, como sucessor de Barack Obama, diversos protestos em todas as partes dos EUA surgiram com o intuito de defender causas feministas e se colocar contra as propostas de Donald Trump que, apesar de ser eleito com a maioria dos votos de colégio eleitoral, perdeu por 2,8 milhões de votos populares.

O fato que trouxe uma discussão acerca da democracia no país americano. Dentre os milhões de manifestantes na data, 230 pessoas foram presas por rebeliões criminosas. Foi reportado que carros foram vandalizados durante o protesto e janelas de estabelecimentos, quebradas.

Além disso, seis policiais feriram-se na capital, Washington, ao interferirem no protesto.

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Além de quebrarem vidros de prédios da Starbucks, McDonalds e Bank of America, alguns manifestantes atiraram tijolos contra policiais e quebraram as janelas de uma limusine.

As ações violentas ocorreram na parte da tarde - relatos da CNN dizem que, no período da manhã, os protestos foram pacíficos e ocorreram tranquilamente. Quando necessário, os policiais americanos reagiram com gás lacrimogêneo.

Procuradores federais declararam que a maioria destas 230 pessoas presas por protestos violentos em Washington irão enfrentar punição de até dez anos de prisão e multa de vinte e cinco mil dólares. De acordo com declarações oficiais, muitos destes envolvidos serão presos e voltarão a julgamento em fevereiro. Os policiais feridos passam bem e não correm risco de vida.

Na sexta-feira, outras cidades também foram tomadas por protestos.

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Nova Iorque, Seattle, Dallas, Chicago, Portland e outras tiveram considerável número de manifestantes nas ruas. Autoridades de Seattle dizem que uma pessoa foi internada devido a um ferimento de bala ocorrido durante um protesto. Fora dos Estados Unidos, houve protestos também em Hong Kong, Berlim e Londres.

Apesar do foco do protesto ser os direitos das mulheres, houve blocos de grupos específicos, como os da campanha Black Lives Matter (Vidas Negras Importam, em tradução literal) e muitos contra o governo de Donald #Trump.No Twitter, Trump ironizou o ato perguntando onde estavam aquelas pessoas no dia da votação e alegou que considera que a presença de celebridades algo negativo. Os atos foram defendidos até mesmo pela ex-secretária de HIllary Clinton. #Eleições EUA #Donald Trump