Donald Trump disse, nesta segunda-feira (02), que vai deter os projetos de armamento atômico nuclear da Coreia do Norte. Através do Twitter, #Trump respondeu à última provocação pelo regime de Kim Jong-un e se queixou de falta de cooperação da #China para Pyongyang. "A Coreia do Norte acaba de declarar que está na última fase do desenvolvimento de uma arma nuclear capaz de atingir partes dos Estados Unidos. Isso não vai acontecer!", afirmou.

As declarações do presidente dos #EUA ocorrem depois que o líder da Coreia do Norte anunciou no Ano Novo que o país está nos últimos preparativos para testar um míssil balístico com alcance intercontinental.

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Apesar da condenação do Conselho de Segurança da ONU, Kim tem dado sinais claros de que vai continuar a expansão nuclear. O objetivo final é fabricar misseis de longa distância; segundo os analistas, mísseis que possam alcançar o território norte-americano.

O próprio Trump causou preocupação pouco antes da véspera do Natal, quando, em outra mensagem no Twitter, disse que os Estados Unidos devem "fortalecer e expandir a sua capacidade nuclear ". A declaração implica uma mudança de ritmo no caminho da não-proliferação pela primeira potência global.

Desde a sua vitória, a China tem sido uma fixação política para Trump. O empresário de Nova York cita a potência asiática, juntamente com o México, como parte da causa dos males sociais nos EUA, como o desemprego de trabalhadores americanos; a concorrência de países com mão de obra barata tinha destruído muitos postos de trabalho no setor industrial, geralmente melhor pagos do que o setor de serviços.

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O presidente americano tem causado instabilidades diplomáticas. Ele não só irritou Pequim, por telefonar para o presidente do Taiwan, a ilha a qual a China não reconhece sua soberania, mas também atacou a soberania da China questionando, ironicamente, se a China pede permissão para os EUA para desvalorizar sua moeda, aumentar as tarifas ou expandir militarmente na sua área de influência. "Não acredito!", disse Trump.