Você está pensando que é fácil a vida de quem prevê o futuro? Aqui no Brasil, não faltam nomes que falam o que supostamente veem sobre outras pessoas. Muitas vezes, as supostas previsões são bombásticas. Elas envolvem de separações a novos relacionamentos. Tem também profecias sobre gravidez e outras mais macabras, envolvendo mortes ou catástrofes naturais. Errando ou acertando, os paranormais brasileiros continuam na sociedade fazendo o seu trabalho. No entanto, em outros países, essa postura é completamente diferente. O portal de notícias UOL publicou neste sábado, 21, o destino de um dos videntes mais famosos do Zimbábue. Ele foi preso após mexer com a pessoa errada.

O #Vidente, identificado como Patrick Magazda, fez uma previsão política macabra.

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Segundo ele, o presidente da República, Robert Magabe, vai falecer no mês de outubro. O motivo seria uma complicação da idade, já que em fevereiro o chefe estatal completa 93 anos. Não sabemos ainda se Patrick vai acertar a previsão. No entanto, o que é de conhecimento de todos é que ele acabou indo parar na cadeia por conta das acusações. Ele foi acusado de cometer dois crimes. Um deles foi se vestir com a bandeira do país. A outra foi fazer alarde com o presidente, realizando uma profecia justamente contra o homem que está no poder desde a década de 1980.

"Ele foi inicialmente preso por sabotar a autoridade do presidente", contou à agência de notícias AFP o advogado do vidente, identificado como Gift Mtisi. Além disso, segundo Mtisi, seu cliente ainda é acusado de insultar pessoas por conta de sua raça ou religião.

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Mugazda, que é bem conhecido no país, chegou a chamar uma coletiva de imprensa para anunciar que o presidente iria morrer e deu até a data, o dia 17 de outubro. Não é a primeira vez que o paranormal, que também faz cultos como pastor, acaba preso. Em 2015, ele já tinha causado problemas ao dizer que o presidente do Zimbábue estava fazendo o povo necessitado e sofrendo.

Em 2016, o religioso se amarrou a um poste, em frente a um shopping, para protestar contra a falta de liberdade no país.