Foi no dia 29 de novembro do ano passado que um #Acidente aéreo deixou todo o mundo comovido. Nele, 71 pessoas morreram e entre elas, 19 eram do time da #Chapecoense que estava indo disputar a taça da Copa Sul-Americana na Colômbia. Depois do ocorrido, muitos boatos surgiram em torno do assunto e mesmo ainda estando sob investigação, o caso ainda continua a intrigar muita gente.

Seis vítimas que sobreviveram ao acidente de um modo inacreditável, contaram as suas versões dos fatos de como tudo aconteceu e seu ponto de vista sobre o acidente. Esse foi o caso da comissária de bordo Ximena Suárez, que estava entre esses sortudos, mas que de um modo muito estranho, tornou o seu milagre um assunto muito polêmico.

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Em recente entrevista, Ximena contou que estava muito encrencada e com dívidas até o pescoço, devia 13 mil dólares (R$ 40 mil), à uma clínica na região de Antioquia na Colômbia chamada Somer, na qual ela teria ficado hospitalizada após a tragédia. A moça foi a segunda vítima do acidente a receber alta do hospital, pois ela só tinha sofrido ferimentos leves.

Ximena ainda contou em entrevista ao canal de TV ‘Unitel’, que a seguradora ‘BISA’ da empresa aérea LaMia, não arcou com as despesas relativas a apólice que, por sua vez, tinha como objetivo cobrir os tratamentos médicos. Segundo ela, o seguro era de 25 milhões de dólares, porém, ao hospital onde as vítimas foram socorridas em Medellín, nenhum dinheiro foi pago em relação a nenhum dos sobreviventes ou familiares dos mortos.

A notícia se espalhou como um vírus no Brasil, tudo por causa de uma entrevista publicada pelo site informativo ‘UOL’ e por isso, ganhou repercussão internacional.

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O advogado de Ximena, Carlos Subirana, disse que a seguradora se negou a até mesmo mostrar uma fotocópia do contrato feito com a LaMia. Agora, o caso está sob investigação pela procuradoria da Colômbia através da denúncia feita por Carlos.

O processo movido pelo advogado de Ximena pede para que o Ministério Público apreenda o dinheiro da indenização que seria destinado às vítimas da tragédia, tudo para que as mesmas, como se já não tivessem sofrido o bastante, agora não passassem a serem vistas como ‘caloteiras’. O pedido ainda inclui os brasileiros que sobreviveram à queda do avião e segundo a comissária, ela espera que tudo se resolva logo, afinal, a clínica vive em constante cobrança telefônica diretamente com ela. #2016