A WikiLeaks, em seu perfil oficial no Twitter, na terça-feira, 3, anunciou #Recompensa de US$ 20.000,00 por informações que provem a destruição, pela administração #Obama, de materiais que poderiam comprometer o governo.

Há vários meses, a administração Obama e a #WikiLeaks, organização transnacional sem fins lucrativos liderada por Julian Assange, travam uma batalha retórica após lotes de e-mails da então candidata à presidência dos Estados Unidos, Hillary Clinton, terem sido divulgados no portal da organização.

O anúncio relembra outro anterior, em agosto de 2016, no qual se buscava por evidências e informações que levassem à prisão do assassino de Seth Corand Rich, 27 anos, membro do Comitê Nacional Democrata.

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O site ofereceu US$ 20.000,00 em troca das informações. Rich, que foi, aparentemente, vítima de um roubo, foi especulado por alguns como um denunciante. O chefe da WikiLeaks, Julian Assange, no entanto, nunca confirmou essa informação, tampouco a negou.

A recompensa aumentou

Já nesta quarta-feira, também através da sua conta oficial no Twitter, a recompensa foi aumentada para US$ 30.000,00, graças a um doador não revelado.

Na segunda-feira, dia 2, portanto, um dia antes do anúncio da generosa recompensa, foi twittado a promessa de que 2017 seria um ano explosivo, muito mais que 2016, ano dos vazamentos dos e-mails da Hillary Clinton e da polêmica morte de Seth Conrad Rich.

Esperam-se revelações de novos e-mails envolvendo a alta cúpula do Partido Democrata, bem como do governo Obama. Alguns e-mails da Hillary que mais embaraçaram a candidata envolveram mudanças de posturas entre opinião pública e privada para ir bem na política, além de defesa de ações secretas na Síria e adiantamento de perguntas, pela CNN, para que a candidata se preparasse melhor para sabatinas.

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Por outro lado, os democratas trabalham para fortalecer e provar a tese de que o governo da Rússia, através de hackers, influenciou o resultado das eleições americanas, ocorridas em 8 de novembro de 2016, cujo resultado foi a vitória do bilionário Donald John Trump, que concorreu pelo Partido Republicano e não possuía, até então, qualquer experiência em cargos políticos.