Uma garota, de 16 anos, foi encontrada pendurada no banheiros da escola, onde seria intimidada, disse um médico-legista na terça-feira. A jovem, natural da Polônia, estava vivendo na Grâ-Bretanha, onde seria vítima de #Racismo. Dagmara Przybysz, que se mudou para este país com a família há nove anos, mas foi encontrada morta, no ano passado. O tribunal não está certo se o #bullying desempenhou um papel decisivo na morte dessa bela jovem, que continua sendo investigada.

Assim que foi encontrada, já sem responder, ainda foram chamados os paramédicos, mas Dagmara já não poderia ser salva. Depois de declarada sua morte, começou a investigação.

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O detetive Craig Daddow, confirmou que a polícia tinha recolhido provas de incidentes de intimidação contra a menina: "Falamos com muitos alunos e recolhemos provas de que houve incidentes em que Dagmara foi intimidada por um grupo de meninas e ela também foi empurrada para um corredor, em uma ocasião. "Nós não falamos a nenhum indivíduo sobre o bullying porque nós não queremos os preocupar, com esta questão criminal", disse o detetive, no tribunal.

A juíza forense Emma Carlyon acrescentou que será o seu papel, durante a audiência de inquérito, examinar as circunstâncias por trás da morte de Dagmara, mas não atribuir culpa: "Tivemos um incidente e não queremos que isso leve a outro. Não queremos que mais jovens fiquem mal por causa disso". A juíza espera que seja possível reunir mais provas ainda antes do verão, para se concluir esse inquérito.

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Ela disse que a audiência deveria durar dois dias e determinou que o júri não seria necessário. Já se sabe que cerca de nove testemunhas serão chamadas, durante a audiência, incluindo a mãe de Dagmara, o namorado e vários funcionários da academia.

Antes da sua morte, que ainda está por explicar, a jovem tinha escrito, em uma rede social que estava sendo vítima de racismo, por suas colegas, possivelmente por ser polonesa e não inglesa como todos os outros.

A investigação vai continuar e o tribunal espera encerrar esse caso, ainda antes do verão europeu, ou seja, ainda antes de junho. #Justiça